Grita geral

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postado em 19/04/2017 00:00


MOBILIDADE
CADÊ O ÔNIBUS?


O leitor Lincon da Silva, 41 anos, entrou em contato com a equipe do Grita Geral para reclamar da falha em um horário da linha 108.7 (que faz o percurso Rodoviária do Plano Piloto ; Quartel General do Exército ; SMU ; SIG ; Rodoviária do Plano Piloto), da empresa TCB. O fato narrado pelo leitor ocorreu na quarta-feira passada, quando ele e mais seis passageiros esperaram, em vão, por quase uma hora a chegada do coletivo. Contou que o transporte sai da Rodoviária às 17h25 e ;não leva nem 15 minutos para chegar à parada da entrada norte do quartel;. ;Essa falha deixou vários usuários a pé, tendo que andar por quase 1km atrás de outra condução e mais seis aguardando sem motivo;, relata. ;Quem vai acreditar nos horários divulgados? Existe fiscalização de horários na TCB?;, questionou.

; A Secretaria de Mobilidade (Semob) esclareceu que o caso ocorreu em decorrência da paralisação dos rodoviários da TCB nos dias 12 e 13 de abril. ;A Semob reitera ainda que a situação já foi normalizada;, garantiu, em nota.




VACINAÇÃO
PROBLEMA COM POSTO DE SAÚDE


Paulo Ricardo Villar Chianca, 50 anos, é médico veterinário e entrou em contato com o Correio para se queixar do tratamento que recebeu no posto de saúde do Lago Norte, quando foi se vacinar contra a gripe e enfermeiros se recusaram a vaciná-lo. ;Eles alegaram ter recebido uma ordem restrita que veterinários não estavam inclusos na primeira leva da vacina, destinada aos profissionais de saúde. Como assim não somos profissionais da saúde?;, indagou. O leitor conta que, além de sair de lá sem tomar a vacina, como em todos os outros anos, foi para casa sentindo-se extremamente ofendido e desvalorizado.

; A diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep) informou que são considerados trabalhadores da saúde aqueles que atendem pacientes ou que circulam em áreas de maior risco de infecção pelos vírus Influenza. ;Médicos veterinários, a priori, não são grupo alvo;, disse. ;A exceção são os médicos veterinários que trabalham atendendo pacientes humanos ou que circulam em áreas de hospitais em que há maior risco de infecção;, acrescentou. Dessa forma, de acordo com a pasta, médicos veterinários que trabalham nas vigilâncias epidemiológicas hospitalares devem ser vacinados. Lembrou, ainda, que aqueles que atuam exclusivamente cuidando de animais não são público-alvo da campanha neste momento. ;A exceção são os veterinários que atuam em vigilância da saúde prestando atendimento ao público, fazendo investigação epidemiológica etc;, concluiu, em nota.





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