Sr. Redator

Sr. Redator

postado em 31/08/2017 00:00
Lula
Alimentando a esperança de ascender mais uma vez à Presidência da República, o já condenado em 1; Instância a quase 10 anos de prisão, Luiz Inácio Lula da Silva em caravana pelo Nordeste, em discursos carregados de verborragia, tenta se passar por vítima e mete o pau naqueles que o julgaram com base em provas nos autos. Ele teve tempo de sobra para provar a sua inocência, mas não conseguiu. E o que mais me impressiona é que tem gente que chora copiosamente. Por favor, 2; Instância, tenha piedade de nós.
; Jeovah Ferreira,Taquari

Versões
Não dá para não ler diariamente a consagrada colunado jornalista Ari Cunha. O artigo ;A versão da versão; (29/8, pág. 11) é impagável. As táticas e as desculpas esfarrapadas dessa gente são de causar vômitos. Em linguagem mais chã, poderíamos dizer ; muito longe de nós a intenção de deslustrar a crônica, tão abrangente e bem escrita ; que aqueles que devastaram o país usam a velha prática dos gatunos presos com a mão na botija e saem gritando esbaforidos: ;Pega ladrão;.
; Joares Antonio Caovilla, Asa Norte

Dinheiro brasileiro
Até 1969, o Brasil comprava papel moeda das grandes fornecedoras mundiais: a Thomas de La Rue, inglesa, e a American Bank Note, estadunidense, que tinham lobistas no Rio de Janeiro. Até então, o Brasil era um dosX poucos países com mais de 20 milhões de habitantes que não imprimia o seu dinheiro. A modernização da Casa da Moeda, iniciada em 1964, se estendeu até 1969. Em 1984, a Casa da Moeda se instalou no Distrito Industrial de Santa Cruz (RJ), o que permitiu ao Brasil produzir e exportar dinheiro para outros países. Agora, em pleno século 21, o presidente do Brasil anuncia a venda da Casa da Moeda como medida necessária (para quê?). Nelson Rodrigues disse que subdesenvolvimento não se improvisa, é obra de séculos.
; Roldão Simas Filho, Octogonal

Segurança
Todo dia eu vejo viaturas policiais estacionadas em vários pontos na cidade, com os agentes olhando o trânsito, sem dúvida por motivo de segurança pública. Mas cadê esse efetivo nas quadras das asas Sul e Norte e na W3? Essas áreas são muito perigosas, com um risco alto e costante de assalto especialmente à noite. Eu ando na Asa Sul frequentemente e quase nunca vejo policiais a pé ou em carros estacionados. Então, o público tem medo de andar nesses bairros e os criminosos não têm medo de ser presos. Tenho certeza que o delegado responderá à reclamação com a comum declaração: ;Fazemos o nosso melhor e é uma questão de recursos e financas;. Mas, se destinassem somente 20% dos policiais que passam o dia olhando e multando motoristas para as asas Sul e Norte, isso reduziria o crime e o público se sentiria muito mais seguro e confortável.
; Jonathan Smith, Águas Claras

Demissões
Com um governo tão desacreditado, de palavras ocas, difícil adivinhar o que se esconde atrás do plano de demissões voluntárias de servidores federais. Certamente não seria mais uma incongruência do governo, com consequente aumento do número de desempregados, pois seriam apelidados de aposentados. Economizar mais dinheiro para mais propinas? Bem possível. Desocupar vagas para contratar outros, garantindo maior apoio ao governo? Não seria novidade como nova forma de se livrar de incômodos. Conversa para boi dormir distraindo e escondendo sabe-se lá que tramoias sendo tecidas nos bastidores da politicagem? Só se vai saber depois que, e se, a Lava-Jato explodir novas bombas com o dinheiro já de asas batidas para o além.
; Elizio Nilo Caliman, Lago Norte

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