Sr. Redator

Sr. Redator

postado em 12/09/2017 00:00

Mário Juruna
Quem pela primeira vez usou o gravador no Brasil para captar promessas mentirosas e corrupção de políticos foi o falecido deputado Mário Juruna, índio xavante. Agora tudo é gravado. Hoje os próprios delatores gravam a si próprios por descuido, e entregam o que fazem no submundo da malandragem e da maracutaia. É o caso do rico Joesley e comparsas. Mas querem sair da enroscada sob o argumento de que estavam bêbados. Na outra ponta da linha, falando com a boca mole, está o ex-petista Palocci. Todos fazem confusão para tumultuar a verdade, mas se atrapalham. É aquela história: o peixe morre pela boca. Contudo, no caso do Palocci, como ele era o controlador de toda a dinheirama, é crível afirmar que o mesmo tem muito dinheiro guardado em mala, enterrada ou bem escondido. Se apertar, ele delata a si próprio.
José Lineu de Freitas, Asa Sul

Água Mineral
Privatizar o Parque Nacional de Brasília, mais conhecido como Água Mineral, é absurdo. É mais um lance da política de exclusões desse governo ilegítimo, que está vendendo o país para comprar os votos dos parlamentares corruptos. É mais uma jogada para entreguista do patrimônio nacional. A cada decisão, fica confirmado o objetivo do Executivo, sob o comando de Temer e seus ministros suspeitos de levar ao país ao estado extremo de miséria. Privatizar a Água Mineral é fechar as portas desse tradicional espaço público às pessoas com menor poder aquisitivo. Os atuais governantes federal e local e os parlamentares distritais e do Congresso Nacional causam nojo à população.
Assis Bhenz Mesquita, Lago Sul

Tortura
Tortura é a corrupção generalizada. Tortura é a ausência de um sistema de saúde adequado. Tortura é a desesperança dos nossos jovens, dada à péssima qualidade do sistema de ensino.Torturas são as fraudes nas eleições. Torturas são a incompetência e a falta de caráter dos eleitos fraudulentamente. Torturas são as mortes de cidadãos de bem, eliminados diariamente por meliantes mirins. Tortura é nos confinarmos em nossos lares, haja vista a violência. Tortura é saber que as obras financiadas com nossos impostos eram feitas por orientação de grupos empresariais, com valores superfaturados, adversas porquanto, das necessidades da população. Aliás, combatidos e não torturados foram aqueles defensores do regime bolivariano que dizimou a Venezuela. Deixemos a hipocrisia de lado.
Jivanil Caetano de Farias, Águas Claras

No limite
O artigo ;Ninguém aguenta mais; (9/9), do jornalista Plácido Fernandes Vieira, é a mais pura expressão da verdade. Não aguentamos mais ver ladrões comandando o país. Malas e caixas no apartamento de Geddel Vieira com mais de R$ 51 milhões é um escárnio, um deboche da população. Aí, vem o senhor ministro da Fazenda e trupe dizer que, se necessário, elevarão os impostos para cobrir o rombo do caixa da União, mas nada fazem para conter a roubalheira que campeia no setor público, que transborda de cargos comissionados e milhares de mordomias. O autor defende uma reforma política que acabe com a bandalheira. Mas essa mudança não pode ser feita pelos atuais congressistas, atolados até o pescoço na lama da corrupção. Precisamos de uma constituinte exclusiva e da qual os atuais parlamentares não possam ser candidatos.
João Ariel Lima, Sobradinho

Vicente Pires
Em Vicente Pires, moradores das Ruas 4 e 4C estão preocupados. Além do transtorno com as máquinas operando nas vias e dentro de condomínios, agora é a vinda das chuvas. A situação passa a ser desde já desesperadora, pois a poeira é imensa no momento e, quando as chuvas chegarem, haverá um lamaçal e o impedimento de transitar em diversos trechos. É de salientar que na Rua 4 C tem um posto de saúde e uma faculdade que passam por dificuldades. Imagine quando começar a chover daqui a uns 15 dias. O GDF vem enfatizando que as obras em Vicente Pires estão em andamento, mas, ao que tudo indica, a empresa construtora Artec paralisou os serviços na Rua 4C por falta de recebimento.
Marelson Bueno, Vicente Pires

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