Susto dos brasileiros

Susto dos brasileiros

postado em 12/09/2017 00:00
 (foto: Arquivo pessoal
)
(foto: Arquivo pessoal )


Foi um grande susto que, felizmente, passou sem grandes traumas. Assim o jornalista brasileiro Rodrigo Lins, morador de Orlando e correspondente no centro-sul dos Estados Unidos, falou sobre a experiência da passagem do furacão Irma pela Flórida, onde quatro pessoas morreram, árvores e casas foram tombadas e 5,8 milhões de pessoas ficaram sem energia elétrica.

;Graças a Deus está tudo bem. Na nossa casa não aconteceu muita coisa. Um pouco do telhado voou e caiu uma árvore bem perto daqui, mas nada de mais grave. A internet acabou de voltar, a gente estava sem eletricidade. Grande parte de Orlando ainda está sem energia e internet, mas está tudo se reconstruindo e voltando ao normal;, disse Rodrigo ao Correio, admitindo que temia pelo pior.

Outro brasileiro, José Augusto Gayoso, que tinha viajado aos EUA a trabalho, elogiou o trabalho realizado pelas autoridades americanas antes da chegada de Irma. Uma dessas medidas foi a ordem do governador da Flórida, Rick Scott, para que 6,3 milhões de pessoas deixassem as suas casas. Outra providência foi a abolição da cobrança de pedágio, para facilitar a viagem dos que pegaram a estrada rumo ao norte da Flórida ou a outras localidades.

;Claro que foi uma situação difícil, porque nós, brasileiros, não estamos acostumados com furacões. Mas, ao mesmo tempo, com todas as dificuldades, eu não me senti desamparado, porque eles se preparam muito bem. Você sabe que tem a mão forte das instituições, que realmente ajudam;, disse à reportagem José Augusto, que mora em Santa Catarina. Desde a terça-feira passada, ele sabia que teria de reprogramar o retorno para o Brasil.

Após alterar a data de embarque e tomar outras providências, um susto o fez pensar que teria de permanecer na Flórida: a tripulação do voo não apareceu e não havia lugares em outras aeronaves com destino ao Brasil. Até que, no sábado, José Augusto chegou em casa, em segurança. (JV)

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