>> Sr. Redator

>> Sr. Redator

postado em 17/09/2017 00:00
Meirelles

Por mais que o economista Henrique Meirelles seja competente como ministro da Fazenda, guindá-lo a presidente da República seria demais. O Brasil precisa de políticas sociais e não só de um bom tesoureiro para manter o caixa da União equilibrado. O governo vem suprimindo vários programas sociais, colocando as populações carentes em situação extremamente difícil. Tudo em nome do equilíbrio das contas públicas. Meirelles é admirado pelos grandes grupos econômicos e financeiros. Ele nega que seja pré-candidato à sucessão de Michel Temer. Isso significa que vê com bons olhos essa possibilidade. Se não tivesse interesse, não seria filiado a nenhum partido. Em 2002, ele foi o deputado federal mais votado de Goiás, portanto, já sentiu o gostinho da vitória nas urnas. Mas, se depender do meu voto, esse gostinho ele não sentirá mais.
; Adolfo Lima,
Asa Norte

Lula

No auge do cinismo, o ex-presidente Lula tentou se apresentar diante dos investigadores da Lava-Jato como se estivesse num jantar de família distribuindo salamaleq ues misturados, a torto e direito, com envenenadas flechadas contra seus antigos aliados, hoje, delatores premiados. Saiu tosado pela elegância de Sérgio Moro,que não perdeu a oportunidade de ensinar boas maneiras no trato com as autoridades. Foi buscar lã e saiu tosquiado.
; Elizio Nilo Caliman,
Lago Norte

Corrupção

Por mais que contextualizemos a realidade brasileira, em que as denúncias de corrupção afloram a todo momento, não está fácil aceitar sem asco e revolta a atual tragédia ético-moral que vivenciamos. Esperemos que nossas lideranças não contaminadas, paralelamente ao saneamento que as operações judiciais estão realizando, consigam guiar o país rumo a um nível civilizado e humanizado que beneficie a todos que aqui vivem. Oremos.
; José de Anchieta Nobre De Almeida,
Rio de Janeiro
Janot

Quando o General Janot, conhecido como Janotzinho, da tropa de Napoleão, invadiu Portugal, chegou cansado, andando com dificuldade pela estafante travessia dos Alpes. A sua tropa também estava em estado físico e mental deplorável, caindo aos pedaços. Caíam no chão e entregavam os fuzis e outros armamentos ao povo assutado com tamanha desventura. A Espanha havia sido dominada. Os historiadores afirmam que se o príncipe regente, D. João VI, não fosse frouxo e tivesse resistido, teria vencido a tropa de Janot. A situação de Janot do Brasil ao entregar os pontos chegou ao fim na mesma situação. Suspeito e acusado, fala que está cansado e vai gozar aposentadoria longe de flechadas. Mas a diferença com o francês é que este venceu pela propaganda terrorista do chefe Napoleão. Aqui o próprio chefe foi derrotado não pela propaganda, mas por um soldado que passou para o lado adversário, contaminando todo o seu esforço, em luta com muita coisa ainda não explicada. Se houver a delação da delação dos envolvidos na novela, Janot pode se preparar para enfrentar um purgatório flamejante, superior a um crematório. O medo que ele diz ter é porque não conhecia a si próprio e avançou na contramão.
; José Lineu de Freitas,
Asa Sul

Futebol

Devagar. A manchete esportiva do Correio Braziliense exagerou. ;Canhotinha de ouro;( 15/9) só existe um. Mora em Niterói. Consagrou Pelé e Jairzinho na Copa de 1970, com preciosos lançamentos. Foi campeão nos diversos clubes que jogou. Gerson Nunes, o legítimo, verdadeiro e único canhotinha de ouro a merecer respeito. A comparação foi patética, abusiva, infeliz e ridícula. Gerson parou de jogar há 52 anos. Até hoje não apareceu meia cerebral e com forte personalidade como ele. A própria Seleção não tem meia que faça com que o torcedor lembre do estupendo Gerson Nunes. É muita responsabilidade para Gustavo Scarpa, bom jogador, ser chamado de canhotinha de ouro. Enorme blasfêmia para o jovem meia do Fluminense carregar nas costas.
; Vicente Limongi Netto,
Lago Norte

Tags

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação