Sr. Redator

Sr. Redator

postado em 07/10/2017 00:00
Reforma eleitoral
É lamentável a insensibilidade dos parlamentares ao destinarem recursos públicos para bancar suas campanhas eleitorais. Dinheiro dos contribuintes que será queimado sem nenhum proveito para a sociedade. Recursos que dariam para construir creches, nas quais as mães poderiam deixar seus filhos para trabalhar; para fazer um mutirão de cirurgias, acabando com o sofrimento dos pacientes que aguardam por um procedimento; para melhorar o atendimento dos que aguardam no chão ou nas macas por um acolhimento mais digno nos hospitais; que poderiam ser revertidos na criação de postos de trabalho para atender milhões de desempregado. Tiveram muito tempo para fazerem a reforma política que tanto o povo queria e não a fizeram. Vamos continuar querendo, até que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assuma o ordenamento jurídico de matérias ligadas às eleições, considerando que os parlamentares não pretendem dar curso aos interesses do povo, a não ser tratarem dos seus. Mas, nas eleições, nós, eleitores, daremos a resposta que os parlamentares merecem.
; Armando R. de Carvalho,
Lago Norte


Separatistas
Melancólica a campanha separatista promovida por uma minoria de gaúchos. O Rio Grande do Sul está com a corda no pescoço. Não pode se mexer, pois morreria enforcado pelo alto grau de endividamento. Mas a arrogância de alguns guaipecas não tem limites e eles falam em formação de um país independente do Brasil com o os três estados do Sul. Não estão vendo que isso é delírio de meia dúzia de inconformados e preconceituosos que acreditam em supremacia branca e um monte de propostas ridículas que não cabem no século 21? Nasci em Porto Alegre e, como milhares de gaúchos, acho que esse movimento é uma sandice.
; Elizângela Ritter,
Asa Sul


; Eu sou do Sul, estado do Paraná, e posso afirmar que a maioria acha ridícula essa ideia. O nosso estado, se isso acontecesse, levaria nas costas o Rio Grande do Sul, que está falido. Sem dizer que esse povo não ficaria sem ir visitar as praias do nordeste nas férias. Isso é uma piada.
; William Emanuel,
Paraná


; Já ouviram o ditado: ;A porta da rua é a serventia da casa;? Então, é simples, podem ir embora do país, será um grande favor. Obviamente, não são todos os sulistas que têm esse pensamento, mas aos que pensam assim, nosso tchau.
; Sueli Bernardo,
Brasília


Tragédia em creche
Não há dúvida de que o atentado ocorrido na creche no norte de Minas Gerais, com sete crianças mortas, uma professora com 100% do corpo queimado e o óbito do agressor ; um vigia que estava afastado das funções por sofrer de depressão ; choca e enluta todo o país. Mas há pelo menos uma questão de fundo que se coloca ao poder público e à sociedade: quais os cuidados que o país tem oferecido aos que têm problemas mentais. O homem, segundo a mídia, padecia de depressão. Com o salário de vigia e o caos na rede pública de saúde, há de se perguntar como ele estava sendo tratado. Quais distúrbios o levaram a praticar ato tão extremo? Nenhuma resposta aplacará a dor das famílias que perderam suas crianças ou que hoje estão empenhadas em cuidar das que ficaram feridas. Mas direciona os holofotes sobre o sistema público de saúde, que, em franco desrespeito, ignora as necessidades da população brasileira em todas as especialidades da medicina.
; João Américo de Santana,
Sobradinho

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