Pontos de vista

Pontos de vista

postado em 12/11/2017 00:00
 (foto: Arquivo pessoal)
(foto: Arquivo pessoal)


Vantagens especiais



Por Guo Jie

;A Iniciativa da Rota da Seda poderia ser comparada a uma cesta aberta, a qual suspostamente deveria ser preenchida com projetos de categorias idênticas ou similares. Ainda que a América Latina e o Caribe não tenham sido incluídos no documento, não significa que a região esteja fora do jogo. O Brasil, sob o meu ponto de vista, tem vantagens especiais para ser parte disso. Na condição de maior economia da região, o Brasil tem sido parceiro-chave da China em diferentes áreas, passou a ser o mais atraente destino para investidores chineses na América Latina e é um dos membros fundadores do Banco de Investimentos em Infraestrutura Asiática (AIBB).;

Professora da Faculdade de Estudos Internacionais da Universidade de Pequim



Mudança drástica



Por Matt Ferchen

;Para a China, a América Latina e o Caribe continuam a ser uma região de importância por motivos comerciais e diplomáticos. Comercialmente, a América do Sul é parceira-chave de Pequim, fornecendo materiais brutos e oferecendo um mercado para exportações e investimentos chineses. A China inclui a América Latina em sua diplomacia ;Sul-Sul;, com regiões como a África. Tanto na frente econômica quanto na diplomática, a situação mudou dramaticamente desde a decolagem das relações, no início dos anos 2000. Economicamente, o boom de commodities, ocorrido entre 2003 e 2013, definitivamente se encerrou.;

Especialista em relações políticas e econômicas com países emergentes do Carnegie Endowment for International Peace


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