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postado em 15/11/2017 00:00
Feriadão
Nesta semana do 15 de novembro, o Parlamento brasileiro travestiu-se: os deputados e os senadores decretaram o ócio legislativo federal. Trata-se de mais um tapa na cara dos inocentes contribuintes do erário, que abastecemos os polpudos contracheques dos parlamentares. É para lamentar...
; Luiz Filipe Medeiros,
Asa Norte


Ética
Os fundamentos éticos da grande maioria dos políticos ruíram. Com o poderio dos seus engenhos imorais e ilícitos, deputados se tornaram predadores do país, locupletando-se do erário. Enquanto isso, ao lado de milhões de desempregados, da miséria, da criminalidade em alta, a classe política, nem todos, agiram e usaram suas influências que o poder do mandato lhe confere, para saquear os cofres públicos, em proveito próprio, sem coração e sem alma. Condicionados e alienados pela ganância da riqueza fácil, perderam a moral e a ética, valores que se tornaram caducos. Sem dúvida, o que alguns políticos convencionaram, foi a inversão de valores, desempenhar as atividades parlamentares pelo lado nefasto, para chegar ao apogeu do enriquecimento desonesto. A Justiça, aos trancos e barrancos, alcançou aqueles que se achavam donos da ilicitude.
; Renato Mendes Prestes,
Águas Claras


Lula
Não se fie na opinião dos que advogam a candidatura de Lula nas próximas eleições presidenciais para comprovar a falácia do apoio popular apregoado por seus apoiadores. Num sistema eleitoral dominado pela corrupção, sustentado pelo poder econômico nas mãos de desavisados contendores, não há como confiar numa opinião pública, ainda que formada pela quase totalidade do povo brasileiro, que seja capaz de reverter os resultados das urnas a favor da moral e da ética. Além do mais, o voto encabrestado dos que não enxergam um palmo além do nariz não escapa fácil das amarras. Desde que já se tem provas suficientes e contundentes de criminalidade, não há porque postergar a condenação em segunda instância, remetendo o presumido candidato à Papuda, para fazer companhia a seus cúmplices, prevenindo a possibilidade do retorno de um governo ditado pela corrupção.
; Elizio Nilo Caliman,
Lago Norte


Crise hídrica
A sociedade chegou à conclusão de que o esforço do governador Rollemberg deu resultado positivo quando optou pelo racionamento de água. Agora, com as chuvas em todo o Distrito Federal, as caixas d;água devem ser utilizadas para captar a das chuvas. Assim, deve-se evitar dar descarga nos banheiros e usar essa água para esse fim e também para lavar pisos e roupas. Com fé, as barragens chegarão aos níveis desejáveis.
; José Lineu de Freitas,
Asa Sul


Teologia
Na edição de 13/11/2017, na carta sob o título ;Deuses;, o autor afirmou: ;Diante de tanta barbárie vitimando pessoas inocentes (....) está na hora de as religiões começarem a pensar em mudar o conceito de divindade que pregam aos fiéis (...). Deuses antropomorfizados, ditos todo-poderosos, justos e bondosos que deixam o barco correr, mais a favor dos filhos das trevas, prometendo aos bons nada além de uma recompensa em outra vida...; Prezado senhor! O Deus dos cristãos não foi inventado por mentes humanas. Ele se revelou aos homens e a Bíblia é o livro que contem a maioria das revelações. Qualquer curso de teologia bem feito tira as dúvidas remanescentes de catequese mal feita ou não feita. Deus deu ao ser humano o maior dos bens: a liberdade total e absoluta e o deixa escolher o seu caminho. O princípio vale para o individual e o coletivo. E deu muito mais. É só procurar saber!
; Severiano Torres Bandeira,
Lago Norte


Petrobras
Os resultados consolidados do terceiro trimestre de 2017 da Petrobras apresentam o endividamento bruto de R$ 359 bilhões. A companhia tem um patrimônio líquido de R$ 264 bilhões. A empresa importou 136 e exportou 554 mil barris de petróleo por dia. Ou seja, o Brasil gasta, anualmente, R$ 8 bilhões com importação de petróleo. A petroleira brasileira não apresenta a menor competitividade no mercado internacional. A situação da estatal é ridícula quando comparada com as grandes empresas de petróleo do mundo. A péssima administração da última década e também os bilionários esquemas de desvios de dinheiro transformaram a maior empresa brasileira num grande inconveniente financeiro do governo federal.
; José Carlos Saraiva da Costa,
Belo Horizonte





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