na estante

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postado em 19/01/2018 00:00
 (foto: Reprodução/Internet




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(foto: Reprodução/Internet )



CAMILA
DE CAMILA CABELLO. SONY MUSIC, 11 FAIXAS. DISPONÍVEL NAS PLATAFORMAS DIGITAIS.
Quando Camila Cabello anunciou que estava saindo do Fifth Harmony para se dedicar à carreira solo, teve quem achasse que a cantora não fosse conseguir seguir sozinha. Pois o primeiro álbum da artista é um ;cala boca; aos críticos. Camila foi esperta, aproveitou sua latinidade e o sucesso dos ritmos latinos no cenário pop emplacando logo com o single Havana, gravado com Young Thug. A música preparou o terreno para o CD, lançado na semana passada. O álbum, que tem 11 faixas, é uma mistura de conceitos da música pop atual, com canções dançantes como Inside out e Into it, que têm batidas eletrônicas, e faixas mais românticas, a exemplo de Never be the same e Consequences, que mostram o potencial vocal da cantora. Camila é, de fato, uma ótima apresentação da artista ao mercado da música. (Adriana Izel)



Gog Magog
De Patrícia Melo, Rocco, 176 páginas. R$ 29,90
Uma briga entre vizinhos por conta de barulho é o mote para o romance em que Patrícia Melo reflete sobre as relações contemporâneas, os ódios e a violência gratuita instalada a partir de uma banalidade. No livro, um professor de biologia se desentende com os vizinhos, que não se preocupam em diminuir o barulho cotidiano depois de uma reclamação. Na narrativa, a autora utiliza os mitos de Gog e Magog, figuras bíblicas citadas no Gênesis e que, na mitologia, se alimentavam de carne humana.


A garota desconhecida
(La fille inconnue, França/ Bélgica, 2016). De Jean-Pierre e Luc Dardenne. Com Ad;le Haenel, Olivier Bonnaud, Louka Minnelli, Olivier Gourmet e Jérémie Renier. Califórnia Filmes, drama, 106min. Não recomendado para menores de 12 anos.
Espécie de detetives de aspectos da sociedade contemporânea, os irmãos Jean-Pierre e Luc Dardenne têm por marca uma dose de descrença. Com prática com documentários, eles constroem filmes impregnados com altas doses de realismo. Neste filme, que competiu no Festival de Cannes e foi indicado ao César, os Dardenne examinam o peso da culpa e o dom da reconciliação. A força motriz de todo o enredo reside numa imigrante que tem à frente ralas oportunidades. Quem domina cada fotograma do longa é a jovem doutora Jenny (Haenel), ao acaso, ligada à desconhecida. A todo custo, ela buscará informações sobre a jovem cuja morte presenciou. O perigo passará a cercar a médica. (Ricardo Daehn)




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