360 Graus

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por Jane Godoy janegodoy.df@dabr.com.br
postado em 19/02/2018 00:00
 (foto: Anderson Freitas/Divulgação)
(foto: Anderson Freitas/Divulgação)

Uma das músicas de Renato Russo diz: ;Meu Deus, mas que cidade linda...; O artista plástico Ralfe Braga parece ter se baseado nessa frase musical e possibilita, agora, que todos conheçam Brasília, levando um pedacinho ou falando para alguém o que viu na capital da República, por meio do Visite Brasília que, com a Gráfica Movimento, está proporcionando a experiência de cartões-postais com as mais lindas vistas da cidade. Todos com a assinatura do artista plástico. Lindos!

Um carnaval multicultural

Pode? Pode! Ainda mais em se tratando do Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), um lugar em que se respira cultura, manifestada por meio das artes cênicas, das artes plásticas, da música. Por que não no
carnaval também?

Foi o que aconteceu no domingo e na segunda-feira de carnaval. Pelas mãos de Sérgio Bacelar, que corria de um lado para o outro naqueles grandes espaços do CCBB, numa fiscalização incansável de todos os detalhes, aconteceu um carnaval delicioso, seguro, tranquilo e animado, em que se misturavam artistas de rua com brincadeiras infantis e baby baile, para até 3 anos; aulas de frevo, seguidas de roda de samba; cortejo de samba reggae; cortejo de maracatu; concurso de fantasias infantis e cortejo de escolas de samba.

Além disso, a variedade de food trucks que, enfileirados ordeiramente ao longo do grande pátio, mais a feijoada completa servida sob o pilotis e numa grande tenda no pátio interno, possibilitaram às famílias passar o dia todo por lá.

Muitos confetes e serpentinas. Pelo segundo ano consecutivo, o Carnaval Multicultural, festa voltada para toda a família e com uma programação especial para a criançada, mostrou que veio mesmo para ficar.

Estiveram por lá o Patubatê, conhecido no Brasil e no mundo por confeccionar seus instrumentos a partir de objetos como latas e tonéis; o show da bateria da Escola de Samba da Aruc; o grupo brasiliense Maracalunga, maracatu num cortejo com as bonecas sagradas que remetem à tradição cultural do Cerrado; e a Adil Silva Big Band, que colocou todo mundo para dançar ao som do melhor do frevo.

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