Totalmente novo

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Apresentada no Salão do Automóvel de Detroit, sétima geração do Volkswagen Jetta chega ainda este ano ao Brasil. Com visual reformulado, o sedã está maior e receberá o Active Info Display

» Geison Guedes Especial para o Correio
postado em 22/02/2018 00:00
 (foto: Fotos: Volkswagen/Divulgação)
(foto: Fotos: Volkswagen/Divulgação)


Durante muito tempo, os automóveis vendidos no Brasil eram praticamente modelos ultrapassados, vindos da Europa, Estados Unidos ou Japão. Entre as décadas de 1960 e 1990, principalmente, não era raro ver um veículo chegar em terras brasileiras quase ao mesmo tempo da aposentadoria dele lá fora. Um bom exemplo do atraso que era por aqui é o Santana da Volkswagen. O sedã médio chegou em 1984, oito anos após o início da produção, na Alemanha, do seu sucessor, o Jetta.

O atual sedã médio da montadora também é um bom exemplo do atraso da indústria automotiva brasileira. Mesmo lançado em 1976, ele chegou por aqui em 1999, com o nome de Bora, e na quarta geração. A partir da quinta, em 2005, assumiu a nomenclatura internacional. Outra mostra de retrocesso é as duas gerações coexistirem até 2011, quando foi anunciada a sexta variação do modelo.


Felizmente, o setor automotivo brasileiro evoluiu e é comum ver lançamentos mundiais feitos no Brasil. Outro fator que mostra como o mercado nacional está maduro é o pouco espaço de tempo entre lançamento lá fora e o por aqui. A prática da Volkswagen é um exemplo. Em janeiro, a alemã apresentou, durante o Salão Internacional do Automóvel de Detroit, nos Estados Unidos, a sétima geração do Jetta. O modelo, totalmente renovado, será um dos destaques da montadora na versão brasileira da mostra, em São Paulo, no último trimestre deste ano. Logo depois, ele ganhará as ruas.




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