Sr. Redator

Sr. Redator

postado em 27/02/2018 00:00
Auxílio-moradia
O que os juízes pedem não se trata de mordomias. Eles vivem como verdadeiros frades franciscanos. Passam anos e anos frequentando bancos de faculdades, sem direito a férias ou outros benefícios. Dedicados e, por meio de concurso público rigoroso, alcançam a magistratura. Do salário de R$ 33 mil é descontado na fonte 27,5% para o Imposto de Renda e 11% do INSS. Assim, dos R$ 33 mil só resta a importância de R$ 20.295. O juiz tem gasto com luz, água telefone, livros, jornais e revistas, gasolina, remédios, plano de saúde caro e outras despesas na residência. Essa verba de auxílio-moradia não cobre nem as despesas com a empregada doméstica e lavanderia. A retirada do benefício é uma flagrante injustiça. Por último, vale ressaltar que o juiz não recebe do erário terno, gravata, meias e sapato, nem bolsa de estudo para os seus filhos. Hoje, o juiz vive se socorrendo de empréstimos bancários para sobreviver.
; José Lineu de Freitas,
Asa Sul

Segurança
Segurança pública ganha nova pasta para criar mais problemas para o factoide da intervenção militar, que não consegue coordenar tantos penduricalhos, querendo meter a colher no panelaço da confusão dos morros cariocas. Imagine-se que angu de caroço vai transbordar, espalhando ratos à procura de abrigo seguro nos demais estados, continuando a esparramar insegurança Brasil afora. Criar um ministério é navegar contra o bom senso econômico que, no estado falimentar em que se encontra o Brasil, recomenda o inverso.
; Elizio Nilo Caliman,
Lago Norte

Multas
No carnaval, a Prefeitura do Rio multou cerca de 400 pessoas urinando em via pública. Nada contra a fiscalização e a penalidade. Mas pergunto: a prefeitura disponibilizou nos locais públicos banheiros químicos para atender as pessoas? Mesmo que cobrasse pelo uso do banheiro, o correto seria disponibilizar o banheiro químico para poder impor a penalidade. Isso demonstra que o Estado só pensa em multar. Da mesma forma, fiscais da Comlurb ficam nas proximidades dos aeroportos para multar turistas e visitantes que não conhecem a legislação e, às vezes, joga uma simples guimba de cigarro no chão. Ninguém defende quem joga lixo nas ruas. Mas não disponibilizar lixeiras e ficar à espreita para covardemente multar os turistas não me parece uma atitude decente e correta da Comlurb e da Prefeitura. Impor penalidades, sim. Mas disponibilizando serviços. O contrário é achaque. Que o omisso MP do Rio e o caro e dispensável TCM-RJ tomem uma providência. É o mínimo que se espera.
; Hélio Silva Campos,
Asa Norte

Arte e cultura
Em nosso período do Pós-Modernismo ; ou Arte Pós-Moderna ; observamos que vêm ocorrendo alguns aspectos bem interessantes em relação à Arte Moderna, que nasceu com o Modernismo, ou seja, veio com a Semana da Arte Moderna, em 1922, indo até pelos idos de 1950. No foco, observamos as características dessas artes Pós-Modernas que vão ao encontro de mudanças significativas nas tendências artísticas, filosóficas, sociológicas, científicas... Para alguns autores, o Pós-Modernismo nasceu a partir dos anos 1960 e vem acompanhando os avanços tecnológicos, em nossos dias, com a velocidade da comunicação digital; expansão dos meios de comunicação; a indústria cultural; veio o comportamento do sistema capitalista (lei de mercado e consumo); a plena globalização, etc. Essas características e tendências do Pós-Modernismo vão refletindo nas artes plásticas, filosofia, arquitetura, política, literatura, artesanato (...) e no âmbito dos comportamentos sociais e culturais. Nessa reflexão, a arte contemporânea clama para que as entidades educacionais e culturais, academias de letras, imprensa, projetos de multimídias (...) e sociedade em geral devam despertar e debater mais intensamente em congressos, rodas literárias, simpósios, etc., sobre essas misturas de estilos, envoltas nessa rica vivência da arte Pós-Modernista; e que, portanto, ela respira uma arte eclética, híbrida e sem hierarquizações.
; Antônio Carlos Sampaio Machado,
Águas Claras

Combustível
Vários postos de gasolina na Asa Sul, para não dizer de Brasília, cobram o mesmo preço até a casa do milésimo de real. E praticam preço alto da gasolina. O que os empresários do ramo chamam de ;fator proximidade de postos de gasolina; pode ser considerado formação de cartel. São postos de bandeiras diferentes, deveria haver competição de preços. Alguma dúvida por parte de nossas autoridades? Não vai haver ordem de prisão para os que abusam ou praticam o cartel?
; Marcos Paulino,
Asa Sul

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