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postado em 28/04/2018 00:00
Truco

Lendo a sempre excelente e certeira coluna ;Nas entrelinhas;, tenho a lamentar que o truco, com o qual colunista brinca, dos ministros do STF é contra a sociedade brasileira. Ah! Eu conheço do jogo, pois sou mineiro e o truco é uma marca registrada do nosso entretenimento. Na verdade a 2; turma do STF, chamada, muito propriamente, de ;Jardim do Éden; pelos advogados dos nossos melhores (isso mesmo, os que roubam mais) corruptos, é para o país uma espécie de vanguarda do atraso, com o trio pseudolegalista formado por suas excelências os ministros Toffolli, Lewandowski e Gilmar Mendes, muito invejados por sua excelência o ministro Marco Aurélio da 1; turma e que só pensa naquilo, na revogação da prisão em 2; instância. Lamentavelmente nada podemos fazer, pois em ministro do STF não se vota, mas a história registra e julga todos aqueles que maculam a honra e a nobreza da Justiça de um país com suas ações nefastas. Longe de mim acusar suas excelências de tal despautério!
; José Salles Neto,
Lago Norte

Desequílibrio


Tanto as notícias veículadas pela mídia quanto os comentários dos leitores do Correio mostram que a balança da Justiça está prestes a ter uma avaria, em razão da falta de equilíbrio nas decisões. Ora pende para um lado, ora, para outro. Manda prender, em seguida, manda soltar, mesmo que o acusado seja uma celebridade no mundo da corrupção e que tenha conquistado notabilidade por ter o nome, por décadas, citado em grandes escândalos, mas, de todas as investigações(?), conseguiu se safar ileso e seguiu fazendo história como corrupto intocável. Apesar da dificuldade de entender quais dispositivos legais embasam as decisões, o que fica claro para o cidadão é que quem tem dinheiro não é punido pelo Supremo Tribunal Federal. E, se for, é por muito pouco tempo, pois os libertadores de plantão devolvem, rapidamente, a liberdade aos condenados, por questões humanitárias, quando o apenado nunca teve um lampejo de humanidade com os cidadãos, dos quais furtou o direito a serviços públicos de qualidade, principalmente à saúde, sendo, ao fim das contas, corresponsável por muitas mortes no país.
; José Honório Fonseca,
Sudoeste

Lixo


A falta de consciência das pessoas no momento de separar o próprio lixo assusta. A coleta pode não ser a mais eficiente possível, mas, com certeza, nós cidadãos precisamos desempenhar melhor o nosso papel. Canso de ver as pessoas desconsiderando o descarte correto dos rejeitos. É um tal de colocar lixo orgânico com papel, sem a menor sensibilidade com o profissional que separa os dejetos posteriormente e com o meio ambiente. Todos deveriam perceber o impacto que esse tipo de atitude desprovida de cidadania causa sobre o futuro de todos nós. São solos e nascentes comprometidas. Mesmo o novo aterro não aguentará mais do que alguns. Não há terra que aguente!
; André Dias
Brasília

Parque Burle Max


Que o GDF e a Terracap não cumpram a promessa de urbanização do Parque Burle Max, por falta de dinheiro, vá lá, mas deixar uma invasão crescer à vontade na área do parque já é absurdo. Cadê a Agência de Fiscalização (Agefiz), que está deixando favelar o Plano Piloto?
; Trajano de Faria Neto,
Noroeste

Corrupção


Impressionante como essa legislatura está cheia de gatunos. Senadores e deputados, escudados por assessores, também ladrões, mancham dia a dia a péssima imagem do Congresso. Agora, foi pego com a mão na cabaça, digo, na mala com R$ 500 mil, o piauiense senador Ciro Nogueira, do Partido Progressista (PP). Se as paredes do parlamento falassem, talvez não sobrasse um só honesto, o que é lamentável. Dizem que só na Lava-Jato estão envolvidos mais de 200 parlamentares. Roubaram ou receberam propinas por meio de corrupção. A hora é de o povo reagir a essa legislatura e não reeleger nenhum deles que estão imunes à prisão. Evidentemente, há alguns honestos que devem ser separados dos que roubam o povo. Na janela política, o partido de Ciro se tornou o maior. Teria sido essa grana da mala usada para tal crescimento? O Ministério Público Federal (MPF), a Polícia Federal e a Justiça têm de prender esses malfeitores e fazer com que devolvam o dinheiro usurpado do povo.
; José Monte Aragão,
Sobradinho




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