Casquete

Casquete

postado em 27/05/2018 00:00
Alguns defendem que a casquete não passa de um tipo de fascinator. Não está errado concordar, mas o acessório se distingue por parecer um pequeno chapéu: a estrutura, geralmente arredondada, ocupa mais espaço na cabeça.


Karen Spencer, mulher do irmão de Lady Diana, de Pamella Roland

Sofia Wellesley Blunt, mulher do cantor britânico James Blunt, de Red Valentino

Doria Ragland (E), mãe de Meghan Markle, de Oscar de La Renta

Voilette
A voilette vem sempre acompanhada de um véu, que pode ou não cobrir o rosto. Sarah Rafferty, companheira de Meghan Markle na série Suits, usou uma voilette marinho combinando com o vestido Lanvin. Jacinda Barrett e lady Kitty Spencer, sobrinha da princesa Diana, fizeram bonito com o acessório.


Sarah Rafferty, companheira de Meghan Markle na série Suits, de Lanvin

A atriz australiana Jacinda Barrett, de Emilia Wickstead

Lady Kitty Spencer, sobrinha de Lady Diana, de Dolce & Gabbana

O dress code
  • Além dos chapéus, o código de vestimenta da família real é bem específico. Nele, a discrição é a regra máxima. Assim, comprimentos mídi são usados durante o dia; longos, à noite. Minissaias, portanto, não são bem-vindas em nenhuma ocasião. As mulheres da realeza também são aconselhadas a usar esmaltes claros que se aproximem da cor natural da unha. A rainha Elizabeth II, por exemplo, adota a cor Ballet Slippers, da marca Essie, há 28 anos.
  • É raro ver a rainha Elizabeth II sem luvas. Isso ocorre por motivos práticos: por costume, ela é frequentemente cumprimentada por milhares de pessoas com um beijo na mão em compromissos sociais. As luvas, portanto, servem para prevenir a transmissão de doenças.
  • A cor preta é recomendada apenas para eventos de luto ; em casamentos e aparições cotidianas, o tom está fora de questão. Contudo, sempre quando os membros da família real viajam, levam na mala uma vestimenta fúnebre, ou seja, vão prevenidos caso ocorra alguma tragédia. Isso é um hábito desde 1953, quando o rei George VI, pai de Elizabeth II, faleceu, e a filha estava fora de Londres. Na época, ela teve que esperar horas dentro do avião até que uma roupa preta apropriada chegasse e pudesse fazer uma aparição pública.
  • Fora o simbolismo do preto, as cores vivas são extremamente importantes. O uso do laranja, pink e verde-limão (tom que a rainha escolheu para o casamento de Harry e Meghan) são propositais, principalmente para Elizabeth II. Como figura máxima da monarquia, ela precisa usar cores chamativas para ser identificada entre os plebeus.

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