Crítrica / Os estranhos: Caçada noturna ***

Crítrica / Os estranhos: Caçada noturna ***

Ricardo Daehn
postado em 08/06/2018 00:00
 (foto: Reprodução/Internet)
(foto: Reprodução/Internet)
Máscaras do terror

Clima soturno, personagens empunhando machado e facas, afiadas e desgovernadas. Está servida a carnificina enervante que, há uma década, sob o título de Os estranhos rendeu praticamente US$ 85 milhões, a partir do investimento de US$ 10 milhões. A violência, neste novo Os estranhos: Caçada noturna, segue sistemática e sem maiores camadas de explicação.

Diretor de Medo profundo, o inglês Johannes Roberts comanda a trama em que Bailee Madison vive a personagem Kinsey, a irmã problemática do certinho Luke (Lewis Pullman, o filho do ator Bill Pullman).
Uma temporada em família no campo distante, num negócio administrado por parentes, parece sinalizar a solução para os pais de Kinsey, interpretados por Christina Hendricks (Mad men) e Martin Henderson (o doutor Riggs de Grey;s anatomy).

Com uma direção de fotografia impressionante, assinada por Ryan Samul, o filme se esbalda no contraste das ações de delinquentes, todos mascarados, e músicas consagradas por artistas como Bonnie Tyler, Kim Wilde e os integrantes do Air Supply.

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