Tubo de ensaio

Tubo de ensaio

Fatos científicos da semana

postado em 04/08/2018 00:00
 (foto: David Haring/Divulgação)
(foto: David Haring/Divulgação)
; Segunda-feira, 30
Fósseis devolvidos

O Chile devolveu à Bolívia 42 peças paleontológicas de entre 390 e 420 milhões de anos, confiscadas na fronteira há dois anos, informou a Aduana Nacional. Agentes da Alfândega chilena descobriram as peças fósseis em um veículo que tentava entrar no país a partir da Argentina, pelo passo Los Libertadores, um movimentado complexo fronteiriço. Peritos do Conselho de Monumentos Nacionais (CMN) determinaram que se tratava de vestígios provenientes da Bolívia. Depois de confirmar os primeiros resultados sobre a origem das peças, foi iniciado o contato com autoridades diplomáticas bolivianas para realizar a devolução. Em 2018, foram encontradas 150 peças fósseis em 14 descobertas realizadas em fronteiras chilenas, informou a Aduana do país.



; Terça-feira, 31
Tubarão levado em carrinho de bebê

A polícia do Texas, nos Estados Unidos, recuperou um pequeno tubarão roubado de um aquário em um carrinho de bebê por três ladrões e prendeu um dos criminosos. O tubarão foi encontrado dois dias depois de ter sido retirado do aquário de San Antonio, num assalto ousado ocorrido por volta do meio-dia. Um vídeo das câmeras de segurança registrou o momento em que três ladrões levaram o tubarão da pequena piscina onde foi exposto e o colocaram em um balde, que, depois, foi retirado do local em um carrinho de bebê. Os homens conseguiram escapar do lugar em um veículo vermelho. Seguindo as pistas do carro, a polícia chegou à casa de Antone Shannon, que confessou o crime e foi acusado do roubo. O tubarão está em boas condições e foi isolado. Durante o tempo fora do aquário, o animal não representou perigo.





; Quarta-feira, 1;
Quase extintos

Noventa e cinco por cento da população mundial de lêmures está à beira da extinção, o que os torna os primatas mais ameaçados da Terra, informa levantamento da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Esses animais são encontrados apenas em Madagascar, onde a destruição da floresta tropical, a agricultura não regulamentada, a exploração madeireira e a mineração têm sido desastrosas para eles. De um total de 111 espécies e subespécies de lêmures, 105 estão ameaçadas, segundo a IUCN. Entre as tendências mais preocupantes está o aumento no nível de caça de lêmures, incluindo a caça comercial em larga escala. Uma das espécies identificadas como criticamente ameaçada é o lêmure-esportivo-do-norte, do qual, se acredita, restem apenas 50 indivíduos.



Recursos esgotados
A humanidade consumiu o conjunto de recursos que a natureza pode renovar em um ano e viverá em dívida durante os cinco meses restantes de 2018, segundo a ONG Global Footprint Network. O dia 1; foi ;a data em que utilizamos todas as árvores, toda a água, o solo fértil e os peixes que a Terra pode nos fornecer em um ano;, explicou Valérie Gramond, do Wild World Fund, vinculado ao Global Footprint Network. ;Também emitimos mais dióxido de carbono do que as florestas podem absorver;, acrescentou. O 1.; de agosto é o mais cedo já registrado desde que teve início a contagem do Dia da Sobrecarga da Terra, no início dos anos de 1970. Na ocasião, os recursos foram esgotados em 29 de dezembro. Em 2017, a data já havia sido antecipada para 3 de agosto.





; Quinta-feira, 2
Renas fogem do calor

O calor excessivo na Europa provocado por uma onda de calor está fazendo com que as renas se refugiem em túneis em busca de ar fresco, segundo autoridades norueguesas. Na quarta-feira, foram registrados recordes para esta época do ano nas regiões mais ao norte do país: 31,2;C no condado de Finnmark, bem ao norte do Círculo Ártico. A região está tão quente que, desde o começo do ano, teve 12 noites chamadas de ;tropicais;, pois as temperaturas noturnas superaram os 20;C. ;Tanto as renas quanto as ovelhas encontram refúgio em túneis e áreas sombreadas para se refrescar;, contou Tore Lysberg, funcionário da Statens Vegvesen, a agência do governo norueguês encarregada das estradas. Por causa do refúgio das renas, a agência teve de pedir aos motoristas que ficassem alertas ao entrar nos túneis.

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