Artigo de exportação

Artigo de exportação

postado em 04/08/2018 00:00


Maior campeão da Copa do Mundo feminina adulta e sub-20, os Estados Unidos é o país que mais emprega jogadoras da Seleção Brasileira principal. Sete atletas do elenco que conquistou o heptacampeonato da Copa América, no início do ano, no Chile, defendem times norte-americanos. Das 22 convocadas por Vadão para o torneio sul-americano que rendeu vaga à Copa do Mundo de 2019, também na França, apenas cinco jogam no Brasil.

Na Seleção sub-20, a situação é inversa. Das 21 jogadoras convocadas pelo técnico Doriva Bueno para o Mundial da categoria, duas não atuam no Brasil. Uma delas é a atacante Geyse, do Benfica, de Portugal. A outra é a lateral Thais Reiss, da Universidade do Norte da Flórida. Processo inverso ao da volante Angelina Constantino, que nasceu nos Estados Unidos. A jogadora do Santos, porém, veio para o Brasil com cinco anos e começou a treinar no Vasco, aos 12.

Do elenco sub-20, Victória e Tainara eram as únicas que atuavam na segunda divisão do Campeonato Brasileiro. O restante das atletas desfalca os clubes na reta final da primeira fase do Brasileirão A1, que está na 12; rodada. Santos e Flamengo/Marinha, líderes dos respectivos grupos no torneio, contam com três representantes, cada, no Mundial sub-20. Ponte Preta, Iranduba, Sport e Osasco Audax, com duas. Corinthians, Ferroviária e Chapecoense fecham a lista com uma atleta cada.



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