grita geral

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postado em 02/09/2018 00:00

RODOVIÁRIA DO PLANO PILOTO
ESCADAS ROLANTES NÃO FUNCIONAM


Isabella Crisóstomo, 23 anos, estudante, passa pela Rodoviária do Plano Piloto todos os dias e procurou o Grita Geral para reclamar das condições das escadas rolantes do local. ;Passo todos os dias lá, há anos, e as escadas rolantes nunca funcionam todas ao mesmo tempo. Quando funciona de um lado, está quebrado do outro. O mais interessante é que, na escada que está quebrada, tem até uma cerca de aviso de manutenção. Quando teremos um serviço de qualidade na escada da rodoviária?;, questiona a leitora.

; Por meio de nota, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) informou que o contrato de manutenção das escadas rolantes da Rodoviária do Plano Piloto está vigente. ;A companhia esclarece que a empresa responsável pela manutenção sempre verifica que os elevadores e escadas rolantes não ficam mais de dois dias, em média, sem a necessidade de reparos quando estão em uso de forma ininterrupta. Mesmo com a contratação de uma empresa para a manutenção preventiva e corretiva, a depredação constante dificulta a vida das pessoas e a regularidade dos serviços;, comentou , em nota.

ASA SUL
LEI DO SILÊNCIO DESRESPEITADA


A leitora Mônica Rocha, moradora da Asa Sul, reclama do barulho excessivo provocado por um comércio da SQS 206. ;No último sábado (25/8), além do barulho elevadíssimo, que perturbou o descanso dos moradores, especialmente os do bloco A e J ; que estão de frente para os fundos do bar ; o horário não foi respeitado, tendo iniciado shows/músicas às 15h e finalizando às 2h. Um verdadeiro absurdo. No dia seguinte, entrei no bar (antes de começar o show de música ao vivo), e medi dentro do estabelecimento o nível de decibéis que estava no momento. Foi registrado 78dB, que já apontava como ;nível de ruído muito elevado;. Imagine o nível do barulho após o show?;, desabafa a leitora.

; Por meio de nota, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) informou que pesquisaram na Ouvidoria e não localizaram registros. ;É fundamental que a leitora denuncie pelo número 162, da Ouvidoria, para que a fiscalização seja mobilizada e programe uma ação no estabelecimento para eventual autuação;, destacou o instituto.

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