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Veja as propostas dos presidenciáveis para a saúde pública

postado em 09/09/2018 00:00
Marina Silva (Rede)
Planejar de maneira regional a distribuição de serviços e leitos hospitalares e ambulatoriais, ampliar a cobertura da atenção básica e aprimorar o Programa de Saúde da Família, ampliar o uso de medicamentos genéricos, e dividir o país em 400 regiões de saúde, cujas gestões serão compartilhadas entre União, estados e municípios e envolverão as entidades filantrópicas e os serviços privados.

Fernando Haddad
(vice na chapa do PT)
Aumentar a participação do governo federal nos atendimentos de média complexidade, regulamentar as organizações sociais e os planos de saúde, fortalecer o combate ao Aedes Aegypti, realizar mutirões de exames e cirurgias, e implantar prontuário eletrônico.

Ciro Gomes (PDT)
Realizar mutirões para consultas, ampliar as cirurgias eletivas, criar policlínicas, atualizar os valores da tabela de procedimentos do SUS, criar o Registro Eletrônico de Saúde, e reduzir a fila para exames e procedimentos especializados.

Geraldo Alckmin (PSDB)
Cobrar da seguradora de saúde o atendimento feito no SUS aos segurados, implantar cadastro único com a digitalização de dados e prontuário eletrônico, e ampliar o Programa Saúde da Família.

Henrique Meirelles (MDB)
Criar cartão com o histórico médico do paciente, marcação de consultas pela internet e digitalizar os processos para tornar mais rápido o atendimento aos pacientes.

Jair Bolsonaro (PSL)
Criar o Prontuário Eletrônico Nacional, criar a carreira de ;médico de Estado;, para atender as áreas remotas e carentes do país (ele não garante a manutenção do Mais Médicos), e incluir profissionais de educação física no Programa de Saúde da Família para combater o sedentarismo e a obesidade.

Alvaro Dias (Podemos)
Retirar os impostos dos medicamentos genéricos até 2022, implantar prontuário eletrônico dos pacientes, e zerar as filas nas emergências.

Cabo Daciolo
Atualizar a tabela do SUS; adotar políticas de promoção, prevenção e atenção à saúde; e aumentar a participação da União nas despesas sanitárias totais.

Guilherme Boulos (PSol)
Aumentar o financiamento federal na saúde, de 1,7% para 3% do PIB; ampliar o número de leitos hospitalares; estabelecer um teto de espera para consultas e cirurgias; ampliar o acesso a consultas e procedimentos na atenção especializada; e cobrar o ressarcimento dos planos de saúde ao SUS.

João Amoêdo (Novo)
Criar modelo de vouchers, pelo qual o cidadão troca o cupom por serviços na rede privada.

João Goulart Filho (PPL)
Elevar o orçamento da saúde para 15% da receita corrente bruta da União, acabar com o sistema de gestão privada por meio das organizações sociais; reestruturar a atenção primária à saúde, transformando as unidades básicas de saúde e o médico de família no centro do SUS.

José Maria Eymael (Democratas)
Prevenir doenças, e aplicação efetiva do SUS.

Vera Lucia (PSTU)
Estatizar hospitais privados.

Fonte: planos de governo registrados no TSE

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