Mercado S/A

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A Mastercard desenvolve uma tecnologia que reconhece a pessoa de acordo com as atitudes dela

Amauri Segalla amaurisegalla@diariosassociados.com.br
postado em 14/09/2018 00:00
 (foto: Andreas Solaro/AFP)
(foto: Andreas Solaro/AFP)

A revolução dos meios de pagamento

A forma de pagar contas e fazer transações financeiras é uma das novas fronteiras da tecnologia. Não vai demorar muito para que as senhas de acesso e confirmação de pagamentos sejam superadas por maneiras mais inovadoras de autenticação. Hoje em dia, já é possível identificar o usuário de um cartão de crédito por meio de digitais e até da íris. Mas isso em breve ficará para trás. A nova onda é a chamada autenticação comportamental. A Mastercard, uma das maiores bandeiras de cartão de crédito do mundo, desenvolve uma tecnologia que reconhece a pessoa de acordo com as atitudes dela (os sites em que navega, a maneira de segurar o celular, o jeito de andar). ;Quando chegar num lugar, a pessoa não precisa fazer nada, porque o sistema vai identificá-la imediatamente;, diz João Pedro Paro, presidente da Mastercard no Brasil. Graças a inovações como essa, o dinheiro tende a desaparecer. No Brasil, 35% dos pagamentos são feitos por meios eletrônicos. Há 15 anos, o índice era 10%.



O craque português Cristiano Ronaldo vai inaugurar seu sexto hotel da marca Pestana CR7, em parceria com o grupo conterrâneo Pestana Hotel Group. O empreendimento será construído na Rive Gauche, em Paris, ao custo de 60 milhões de euros. A ideia é inaugurá-lo em 2021.




Belo Horizonte tem a melhor 4G do Brasil


Estudo realizado pela britânica OpenSignal, especializada em mapeamento de internet, concluiu que Belo Horizonte tem a melhor conexão 4G do Brasil. Segundo a empresa, que fez medições entre maio e julho deste ano, quem usa 4G na capital mineira consegue sinal em 81,1% do tempo. Em seguida aparecem Goiânia (79,5% do tempo), Salvador (79%), Manaus (78,4%), Brasília (77,8%), Recife (77,7%) e São Paulo (77,3%). Rio de Janeiro foi o destaque negativo, com 73,1%.



Bons negócios em alto-mar

CEO global da operadora de cruzeiros marítimos Royal Caribbean, Michael Bayley virá ao país na próxima semana para atrair mais brasileiros para os seus transatlânticos de luxo, especialmente o Symphony of the Seas, que custou US$ 1,5 bilhão. O supernavio, porém, não baixará âncoras neste lado do mundo. A ideia é convencer os turistas a irem até a Flórida, de onde zarpam os cruzeiros da companhia. Atualmente, o Brasil é o segundo maior mercado da Royal Caribbean, atrás dos Estados Unidos.



Games aceleram vendas de notebooks

Ameaçado de extinção nos últimos anos, o mercado de notebooks está recuperando o fôlego. De acordo com o International Data Corporation (IDC Brasil), 70% do 1,4 milhão de computadores vendidos no país no segundo trimestre deste ano foram laptops, o que corresponde a uma alta de 14% ante o período anterior. Segundo Emerson Salomão, diretor da fabricante Avell, o setor de games puxou a expansão. ;Os notebooks oferecem uma portabilidade que computadores desktop não proporcionam;, diz o executivo.







Rapidinhas

  • O laboratório britânico Astra Zeneca vai dedicar boa parte de seu orçamento em pesquisa e desenvolvimento ao mercado brasileiro. O foco são medicamentos voltados a doenças respiratórias, que respondem por 23% do faturamento global. O objetivo da companhia é saltar dos atuais 3,2 milhões para 5 milhões de pacientes atendidos até 2025.

  • A chilena ComparaOnline, com forte atuação no Brasil e especializada na comparação de preços de seguros, adquiriu nesta semana a colombiana ComparaMejor. ;Em seguros e serviços financeiros, há grande potencial de expansão, pois os consumidores estão mudando a forma como contratam esses produtos;, diz Paulo Marchetti, CEO da ComparaOnline.

  • O executivo americano Will Lasing, CEO global da Fico, empresa de análise de crédito com mais de 80 anos, que inventou o score bancário, virá ao Brasil em 1; de outubro para disseminar a importância de o país implementar ferramentas como o cadastro positivo. Ele se reunirá com executivos do mercado financeiro.

0,5%
Foi quanto caíram
as vendas do varejo em
julho na comparação
com junho, segundo dados
do IBGE. No ano, o setor
acumula alta de 2,3%

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