Vamos às urnas!

Vamos às urnas!

ADRIANA BERNARDES adrianabernardes.df@dabr.com.br
postado em 04/10/2018 00:00
Este fim de semana o povo brasileiro tem um compromisso inadiável: exercer a cidadania escolhendo os governantes pelos próximos quatro anos. É a celebração da democracia e ninguém, ninguém deve abrir mão dessa conquista, especialmente em nações como o Brasil, que viveram sob a égide de uma ditadura militar.

A decepção com os políticos não pode ser motivo para o eleitor abdicar de ir às urnas. É preciso refletir sobre a quem interessa o discurso de que todos são corruptos. Há entre eles, os que respondem a crimes; os que disseminam o ódio, a intolerância e o medo. Há, entre eles, os que não apresentaram propostas claras para a saúde, a educação, a segurança pública, a mobilidade urbana, a cultura e o esporte, entre tantas outras demandas da população.

Mas o voto é soberano e pode, sim, definir o país que queremos para nós e para nossos filhos. Votar branco ou nulo, também não é uma forma de protesto, mas, sim, de beneficiar indiretamente, quem lidera as pesquisas. Em entrevista ao Correio essa semana, o cientista político Leonardo Barreto, da Factual Informação e Análise, explicou porque isso acontece. ;Porque reduz a quantidade de votos válidos necessários para vencer no primeiro turno. Para estas eleições, existe uma expectativa, até porque essa quantidade de votos pode influenciar se a decisão vai caminhar para um primeiro ou se vai ficar para um segundo turno;.

As pesquisas mais recentes apontam que 17,6 mil votariam em branco ou nulo. O futuro do país está, também, nas mãos dessas pessoas. Se você não pode compactuar com a ideia de ver os candidatos que ocupam a liderança nas pesquisas de intenção de voto à frente do comando do país ou do Governo do Distrito Federal, é hora de ir às urnas e dizer sim para outras opções. A omissão, neste momento, implica em um custo alto demais para cada cidadão em particular, e para o país de forma geral. Por tudo isso, neste domingo, vamos todos nos vestir de coragem, esperança e sabedoria para decidir o futuro da nação.





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