Rollemberg mostra propostas à indústria

Rollemberg mostra propostas à indústria

» Alexandre de Paula
postado em 18/10/2018 00:00
 (foto: Arthur Menescal/Esp. CB/D.A Press)
(foto: Arthur Menescal/Esp. CB/D.A Press)

O governador Rodrigo Rollemberg participou ontem de uma sabatina na Federação das Indústrias do DF (Fibra) e respondeu a questões levantadas por empresários e sindicatos. Na terça-feira, o socialista esteve na Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF (Fecomércio-DF) para evento semelhante. O adversário de Rollemberg ao GDF, Ibaneis Rocha, foi convidado para os dois eventos. Confirmou presença, mas cancelou as participações por alegar excesso de compromissos.

Rollemberg, em ambas as oportunidades, criticou a ausência do rival político. ;Eu lamento que o outro candidato não tenha vindo para que pudesse explicar as propostas irrealizáveis que vem fazendo. Se, por desventura, ele chegar ao governo, vai criar um ambiente de instabilidade política muito grande;, disse, em referência às promessas de reajuste a policiais civis, PMS e bombeiros feitas por Ibaneis. ;É matematicamente impossível cumprir isso.;

Incentivos
A aprovação da Lei Complementar n; 160 foi um dos pontos mais destacados pelo governador na sabatina na Fibra. A legislação permitiu a validação de incentivos concedidos pelos estados e pelo Distrito Federal sem autorização prévia do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Com isso, seria possível aproximar os benefícios fiscais do DF aos de Goiás. Agora, um projeto do Executivo para colocar a medida em prática tramita na Câmara Legislativa. ;Perdemos milhões com empresas que foram embora. Isso porque Goiás concedeu incentivos que o DF não poderia conceder. Agora, haverá uma economia do DF antes dessa lei e depois dessa lei, que permite igualdade de condições;, afirmou.

O socialista também deu ênfase à necessidade de aumentar incentivos para a inovação na capital. ;Vamos investir mais também na formação de recursos humanos para essas áreas de inovação no DF. E injetar dinheiro nas empresas, porque é na indústria que se transforma conhecimento em produtos;, argumentou. Outra proposta defendida pelo chefe do Buriti foi a criação de uma agência de desenvolvimento com autonomia para executar as políticas definidas para o setor.



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