Planos dos candidatos

Planos dos candidatos

postado em 28/10/2018 00:00


Nos planos de governo dos presidenciáveis disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o serviço público é tratado de maneira pouco detalhada. Jair Bolsonaro (PSL) propõe a redução do número de ministérios de 23 para 15, com fusão ou extinção de pastas. ;Um número elevado de ministérios é ineficiente, não atendendo os legítimos interesses da nação;, diz um trecho do documento.

Bolsonaro já disse que o funcionalismo público é o ;grande problema; da Previdência no Brasil e que nesse setor há uma ;fábrica de marajás;. O presidenciável ainda criticou ;a multiplicação de cargos, benefícios e transferências;, que resultou em um ;setor público lento, aparelhado, ineficiente e repleto de desperdícios;. Acabou, porém, amenizandoo discurso.

Já Fernando Haddad (PT) afirma que vai investir na profissionalização e valorização do serviço público como uma política de ;recursos humanos; que leve em consideração, de modo articulado e orgânico, as etapas de seleção, capacitação, alocação, remuneração, progressão e aposentadoria. Ele critica a ;terceirização irrestrita; e o ;acúmulo de privilégios; por parte do Judiciário.

O petista prega também o fim do auxílio-moradia e a redução do período de férias de 60 para 30 dias para todas as carreiras com o privilégio. ;É preciso qualificar os concursos e conter a privatização e a precarização no serviço público, expressas pela terceirização irrestrita e pela disseminação de modelos de gestão e agências capturados e controlados pelo mercado;, ressalta o documento.



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