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postado em 18/02/2019 00:00

Viadutos
É gritante a inércia do DER-DF na realização de inspeção nas estruturas dos viadutos do DF. Afirmar que fez uma vistoria visual e, posteriormente contratar uma empresa para fazer uma avaliação técnica mais apurada é dar tempo para a tragédia acontecer. O DER tem que embasar com urgência um pedido ;autorizador; junto ao Tribunal de Contas do DF, para efetuar a contratação emergencial de empresa (sem licitação) para realizar esses laudos detalhados da situação real dos viadutos. Está explícita a existência de risco a segurança de pessoas e obras, bem como, da situação emergencial e cautela que o caso requer. É importante ressaltar que desde 2011 o Governo do Distrito Federal investiu zero na recuperação de pontes e viadutos em uma cidade construída há 60 anos, tendo conhecimento do relatório do Tribunal de Contas do DF, de que alguns desses viadutos e pontes estavam condenados. O governo de Brasília, por negligência e omissão assume o risco de morte de seus cidadãos que ali transitam. Será que basta achar que não vai desabar um viaduto, que ele se mantém firme graças ao poder do pensamento do governante e pelo seu sufrágio eleitoral?
Renato Mendes Prestes, Águas Claras

União
É preocupante que um governo com tão pouco tempo de vida, apenas um mês e meio, esteja apresentando tantos problemas. Seria de muito bom tom que o presidente Jair Bolsonaro chamasse seus auxiliares mais próximos para aparar as arestas e organizar a casa. Não se pode esquecer que há um caminhão de medidas que precisam ser aprovadas no Congresso. Quanto mais unido o governo se mostrar, mais fácil será convercer a sociedade e o Congresso da importância das propostas que estão colacadas, começando pela reforma da Previdência e pelo pacote anticrime preparado pelo ministro Sérgio Moro.
Samuel Coelho, Sobradinho

Economia
A economia ainda dá sinais de debilidade. O setor de serviços, como mostrou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ainda continua mergulhado na recessão. Registrou, em 2018, o quarto ano seguido de queda. Já o IBC-Br, índice do Banco Central que funciona como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), cresceu minguado 1,15% no ano passado. Olhando para esse quadro, aumenta a responsabilidade do governo em adotar medidas que impulsione a economia. O país precisa, urgentemente, voltar a criar empregos de qualidade e a melhorar a renda dos trabalhadores.
Antero Carvalho, Asa Sul

Educação
O governador Ibaneis Rocha está empenhado em aumentar o número de escolas militares no Distrito Federal. Acredita que esse é caminho para melhorar a qualidade do ensino. Será? Creio que o primeiro passo para termos escolas melhores é preparando os professores. Infelizmente, a qualidade dos profissionais que estão saindo das universidades é muito ruim. Pesquisas mostram que chegam às salas de aula com a missão de ensinar os piores profissionais recém-formados, aqueles que não conseguiram ser médicos, engenheiros, dentistas, economistas. Triste realidade.
Wagner Ramalho, Lago Sul

Mané Garricha
Enfim, o Tribunal de Contas do Distrito Federal liberou a concorrência pública para a privatização do Estádio Mané Garrincha. Esse processo se arrastava havia anos, mostrando a ineficiência do tribunal para tomar decisões rápidas. A demora custou milhões de reais aos cofres públicos. Se o TCDF tivesse sido mais ágil, o dinheiro gasto com a manutenção do estádio poderia ter sido direcionado para serviços prioritários, como a saúde, que agoniza na capital do país. Ter cuidado na análise de qualquer projeto é fundamental, mas estender demais o processo é incompetência.
Heloísa Souza, Taguatinga

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