>> Sr. Redator

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postado em 24/05/2019 00:00
Hidrômetro

Uma nova modalidade de furto está em voga em Brasília: a subtração dos hidrômetros de marcação do consumo de água. Diante disso, o que faz a Caesb ? Obriga o usuário a se dirigir a uma delegacia de polícia e registrar a ocorrência. Depois, para surpresa do consumidor, envia a conta do objeto para ele pagar. Sendo a empresa a proprietária do equipamento, deveria ela mesma fazer a ocorrência policial e arcar com o ônus. Diz a Caesb que o equipamento está sob a guarda do cliente, mas como, se os hidrômetros localizam-se em área pública? Há uma inversão de valores e de responsabilidades. Não me parece correta essa atitude à luz do direito nem do Código de Defesa do Consumidor. Com a palavra, os luminares do Ministério Público e do Judiciário.
; Humberto Pellizzaro,
Asa Norte


Lis e Mel


Aplausos para as jornalistas que fizeram a reportagem ;O reencontro das gêmeas; (22/5, pág. 22). Impossível conter a emoção diante do relato sobre o encontro pós-cirurgia de Lis e Mel. Foi uma grande vitória dos profissionais de saúde do Distrito Federal; uma bênção para os pais, que se doaram incondicionalmente pelas filhas, e principalmente para as bebês que, em breve, estarão tendo uma vida normal. O brilhante trabalho dos médicos prova que a saúde pública no DF e no país só não é melhor devido à irresponsabilidade dos governantes, que administram mal os recursos destinados ao setor. Os profissionais são homens e mulheres dedicados ao bem-estar coletivo, mas não dispõe, quase sempre, dos meios adequados para cumprir a missão que escolheram. O fantástico resultado dessa complexa intervenção cirúrgica é prova cabal de que nossos médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e todos os demais profissionais têm competência indiscutível. Parabéns a todos!
; Lívia de Paula Martins,
Asa Norte


Ética e moral


A decadência moral da humanidade está em curso, espalhando-se como metástase pelas nações, embrulhada no celofane de avanços e progressos. Valores morais ; ética, respeito, culto à família, proteção às crianças, respeito aos mais velhos, verdade, disciplina, zelo, ordem, solidariedade ; são enxotados para ceder lugar a outros valores que compram coisas materiais. A ganância reina. E a invasão bárbara da modernidade irrompe na sociedade globalizada, banalizando comportamentos e desejos. Em relação à violência, as políticas públicas têm demonstrado uma inclinação dos governos em aumentar o aparato policial. Os problemas do Brasil, porém, não serão resolvidos apenas com medidas para aumentar a proteção dos seus habitantes. É preciso que o Estado crie condições de formar cidadãos, e não apenas puni-los. Os caminhos são conhecidos. Mas é preciso vontade de segui-los. Não podemos perder a esperança. Apesar dos pesares, movimenta nossa fé transformadora Caetano Veloso, cantando Sampa (1978): ;Pan-Américas de Áfricas utópicas, túmulo do samba/Mas possível novo quilombo de Zumbi;.
; Marcos Fabrício Lopes da Silva,
Asa Norte


Boas novas


Alvíssaras! Será que, afinal, o presidente caiu em si e concluiu que hoje em dia não mais existe clima para o ;prendo e arrebento;, preconizado pelo então presidente Figueiredo? Meu júbilo são por duas atitudes tomadas pelo chefe da Nação: primeiro foi a baixada de bola com relação ao Congresso Nacional. Infelizmente, como disse Pelé, o brasileiro não sabe votar, haja vista que são reeleitos para o Congresso parlamentares que não têm um currículo muito recomendável, como ter assessor que transportou dólares na cueca, porém é com esse Legislativo que o presidente tem de negociar para tentar aprovar os seus projetos. Os senadores e deputados não têm caneta para fazerem nomeações, mas têm um recurso poderoso para pressionar o Executivo: o voto no plenário. Portanto, vejo como bons ventos frutificantes esse clima de ;paz e amor; entre o Executivo e o Legislativo. A segunda atitude positiva foi o presidente prestigiar o encontro do meio ambiente em Salvador e declarar que compareceremos à COP/25 no Chile. Não tem nenhum sentido esse clima hostil que existe atualmente entre o presidente e os funcionários do meio ambiente. Será que Sua Exa. ainda guarda rancor por ter sido multado, flagrado pescando em área proibida?
; Paulo Molina Prates,
Asa Norte


Má vontade


É impressionante a má vontade que alguns veículos de comunicação têm com o governo Bolsonaro. Eles pregam diariamente a teoria do caos, do quanto pior melhor. Definitivamente essas pessoas torcem contra o Brasil e não respeitam um governo eleito legitimamente por 55 milhões de brasileiros que clamavam por mudanças. Não bastasse isso, ainda temos os parlamentares mais caros do mundo fazendo todo tipo de manobra contra o governo. São políticos que não têm compromisso com o Brasil, que custam o olho da cara do contribuinte e só defendem interesses próprios. Uma vergonha! Para aqueles que estão infelizes com o governo Bolsonaro e que ainda não aceitaram a derrota nas urnas, principalmente as ;viúvas; do presidiário de Curitiba, que escancaradamente torcem contra o Brasil, fica o lembrete de que o ditador da Venezuela reabriu as fronteiras. Não deixa de ser uma opção...
; Júlio César Barbosa Lima,
Asa Norte



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