Sr. Redator

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postado em 24/06/2019 00:00
Cotidiano
Nosso Brasil nos apresenta, de vez em quando, algumas cenas em não ficção. Umas parecem mesmo ser chocantes; outras, interessantes ou até inéditas, senão vejamos: há a cena desoladora da mãe e da namorada, sendo que a outra ajudou matar o filho de forma cruel(...)! Há o caso da vendedora ambulante ; não efetivada dos balões ; e, nos ;ofuscamentos; do diálogo, a senhora idosa foi arrastada (junto aos fios daqueles brinquedos infantis) pelo carro de luxo por cerca de 150 metros; há o caso misterioso do crime do pastor, que era esposo daquela deputada etc. Por outro lado, há cenas interessantes, tais como: o anúncio pelo atual governo federal do fim do toma lá dá cá, ferramenta cruel que fora utilizada entre os poderes Executivo e Legislativo; o ministro da Justiça, dr. Moro, ter se voluntariado para ir dar palestra, no Senado Federal, sobre os tais vazamentos, e se saiu muito bem! Tivemos as cenas altivas da celebração do Corpo de Cristo ; transmitidas pela Rede Vida ; diretamente de Imperatriz (MA). E, em resumo, vimos pela primeira vez, um presidente marcar presença na Marcha para Jesus em São Paulo. Essas cenas nacionais ora chocam muito. Elas vêm em roupagens fenomenais; contudo, servem também para suavizar bombásticos noticiários, que são veiculados diariamente na mídia. De um lado, há os tombos da vida em perfídia; de outro, temos os supremos sopros divinos entoados pelos belos e altivos hinos!
; Antônio Carlos Sampaio Machado,
Águas Claras


Balanço
Às vésperas de completar seis meses, o governo do presidente Bolsonaro está prestes a ser considerado uma administração de uma nota só. Tudo está em torno da reforma da Previdência. A economia brasileira encolhe a cada dia. O desemprego está próximo ao auge da recessão, desencadeada pela frustrante gestão da petista Dilma Rousseff: mais de 13,2 milhões de desempregados. A saúde pública continua sendo caótica, pois não há governo que não se esforce para acabar com o SUS para privilegiar a iniciativa privada, que garante, afinal de contas, uma grande fatia no financiamento de campanhas eleitorais. Na educação, cortes e restrições que emburrecem o país, pois brasileiro esclarecido não é bom para os políticos. Na segurança pública, a ideia é individualizar essa obrigação do Estado, liberando a compra de armas para que cada brasileiro dê conta do seu bandido. Para não ser injusto, há de se reconhecer que o governo está empenhado em privatizar as estatais que são lucrativas, apesar do rombo fiscal, que será resolvido com a redução de direitos, a partir da aprovação da reforma previdenciária. O balanço, aparentemente pouco positivo, será melhor explorado pela mídia na data certa.
; Euzébio Queiroz,
Octogonal


Napoleão
Falando da cor do cavalo branco de Napoleão, ainda que a resposta pareça óbvia, há razões, para a dúvida. Não se sabe, exatamente, quantos cavalos o corso teria usado em suas campanhas, em torno de 50. São conhecidas cinco versões pintadas por Davi, espalhadas por diversos museus da Europa, apresentando nuances diferentes, prevalecendo a cor branca. Não escapa que, por ser mais resistente a longas cavalgadas, Napoleão tenha usado mulas, cuja cor não foi mencionada, pondo mais lenha na discussão, dificultando ainda mais as intermináveis diatribes do Congresso Nacional e do STF em busca de verdades tão importantes para o povo brasileiro.
; Elizio Nilo Caliman,
Lago Norte


General Juarez
No dia em que o general de Exército Juarez Aparecido de Paula Cunha deixou a presidência dos Correios, onde permaneceu por um período de sete meses, houve choro. Homem capaz, que estava reerguendo a estatal que tem história e tradição perante a sociedade brasileira, e que foi dilapidada pelos governos petistas. Ele foi demitido, segundo os noticiários, simplesmente porque posou para fotos com sindicalistas e por ter demonstrado que era contra a privatização da empresa. Não foram somente os funcionários que lamentaram a demissão, outros brasileiros que viam que a estatal estava em excelentes mãos também sentiram. O general Juarez, acostumado a trabalhar para o bem do Brasil, saiu de cabeça erguida e sob aplausos dos funcionários. Mais uma vez, como soldado da pátria, ele cumpriu bem a missão que lhe foi confiada. Parabéns, general Juarez! O senhor deixou nos Correios, boas lembranças.
; Jeovah Ferreira,
Taquari

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