Experiência nas águas e na areia

Experiência nas águas e na areia

postado em 26/07/2019 00:00
 (foto: Alexander Nemenov/AFP - 2/8/15
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(foto: Alexander Nemenov/AFP - 2/8/15 )


Nas piscinas de Lima, Brasília será muito bem representada pela experiente nadadora Manuella Lyrio. Aos 30 anos, ela participa pela quarta vez dos Jogos Pan-Americanos. A brasiliense esteve presente nas três edições passadas e acumula cinco medalhas. No Pan do Rio-2007, conseguiu um bronze no revezamento 4x200 metros livres. Em Guadalajara-2011, na mesma prova, levou uma prata. Os demais pódios foram conquistados em 2015, em Toronto: três terceiros lugares ; dois em revezamentos e um nos 200m livre.

A nadadora é atleta do Esporte Clube Pinheiros, de São Paulo. ;Treino no Pinheiros desde 2004, fiquei cinco anos em outro clube e voltei em 2015;, conta. Em Lima, Manuella entrará nas piscinas para competir nos revezamentos de 4x100m e 4x200m livres, além dos 200m livres individual. Em todas essas provas, ela obteve medalhas em outras oportunidades. ;Minha preparação foi intensa para o Pan. Muitos treinos dentro e fora da água. Fomos para a Europa competir alguns campeonatos mais fortes;, explica.

Vôlei de praia
As competições do vôlei de praia começaram antes dos demais esportes por conta do calendário dos jogos. Com duas vitórias em duas partidas, a brasiliense Ângela Lavalle, 38 anos, e a cearense Carol Horta, 27, formam a única dupla que representa o Brasil na disputa feminina. Experiente e com a 14; parceira da carreira, Ângela chega ao torneio na melhor fase em quadra.

;Com a experiência, aprendi a me alimentar bem, a me concentrar, a controlar meu corpo. Eu me sinto privilegiada pela vida que tenho. Depois de tudo que eu vivi e me doei pelo vôlei de praia, é um orgulho estar no Pan;, comenta a atleta.

A brasiliense foi eleita a revelação do Circuito Brasileiro em 2002. Teve passagens pelas categorias de base da Seleção Brasileira de quadra, mas prevaleceu a paixão pela areia, onde é bicampeã sul-americana.

Na sexta colocação entre as duplas brasileiras no ranking internacional, o convite para disputar o Pan pegou a parceria de surpresa e impôs grande responsabilidade. O país é o maior detentor de medalhas em Pans, Olimpíadas, Circuitos e Campeonatos Mundiais.

;Como as cinco melhores duplas estão na disputa por uma vaga em Tóquio-2020, buscando pontos no Circuito Mundial, fomos surpreendidas com esse convite. Não foi fácil chegar nessa colocação;, explica Ângela.

*Estagiários sob a supervisão de Fernando Brito



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