E-commerce e crédito mais fortes

E-commerce e crédito mais fortes

postado em 23/08/2019 00:00
Dados do segundo trimestre de 2019 mostram que, no e-commerce tradicional, as vendas do Magazine Luiza avançaram 30,9%. A operação de marketplace trouxe vendas adicionais de R$ 582,8 milhões, ou 24% do comércio eletrônico total.

Boa parte desse resultado veio de transações feitas pelo aplicativo do Magazine Luiza (incluindo o Superapp do Magalu, os apps da operação da Netshoes e da Zattini, comprada em junho, e Época Cosméticos, que chegou a 12 milhões de usuários ativos mensais.

A empresa teve lucro líquido de R$ 386,6 milhões, aumento de 174,7% em relação ao mesmo período de 2018. O valor inclui a compra da varejista on-line de calçados Netshoes, que custou aos cofres da empresa US$ 114,9 milhões.

Também pesou nesse resultado o aumento do número de vendedores no marketplace e dos produtos disponíveis, além da redução do tempo de entrega.

Outra frente de negócios que contribuiu com os números da varejista foi a operação financeira. A Luizacred teve aumento de receita de 51,4%, a maior taxa de crescimento dos últimos cinco anos. A base de cartões com a bandeira Luiza cresceu 24,2%, comparado ao segundo trimestre de 2018, com um total de 4,6 milhões de cartões. No período, o faturamento total do cartão Luiza foi de R$ 6,3 bilhões, alta de 32,7%. A carteira de crédito total cresceu expressivos 44,1% nos últimos 12 meses, alcançando R$ 9,5 bilhões.



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Novo nome pode surgir

Apesar de as fachadas das lojas da rede varejista ainda trazerem estampado o nome Magazine Luiza, os clientes que vão até uma das unidades físicas também se deparam com a denominação Magalu no ambiente interno. O mesmo ocorre no e-commerce da empresa e nas campanhas publicitárias, que apresentam as duas nomenclaturas. Por enquanto, não há nenhuma definição, segundo o vice-presidente. No entanto, Garcia não descarta que essa decisão venha a ser tomada em algum momento. ;Se a marca se fortalecer no futuro, pode ser que isso ocorra. Mas, por enquanto, não decidimos mudar a fachada das lojas e seguimos com Magazine Luiza em primeiro plano.;



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