>> Sr. Redator

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postado em 21/09/2019 00:00
Tecnologia

Se temos uma certeza, é a de que o mundo moderno é tecnológico. Nesse contexto, há uma frase que resume bem o processo evolutivo atual: o que nos trouxe até aqui não nos levará adiante. Alguns especialistas falam até em 4; Revolução Industrial. O fato é que, gradativamente, percebemos mudanças em nossos hábitos e costumes. O que dava certo antes, não funciona mais. A tão desejada privacidade de outrora, não faz parte do nosso cotidiano. Querendo ou não, gostando ou não, hoje somos conduzidos pelas novas mídias. Inovação e agilidade quebraram paradigmas, conduzindo-nos a um ambiente em que é fundamental ser rompedor. A ficção ficou para trás, e o mundo moderno passou a ser dominado por robôs. A inteligência artificial é realidade, que reúne múltiplos dados a partir de um simples clique. Aplicativos passaram a ser verdadeiros atalhos de acesso da população às estruturas públicas. No entanto, os ventos modernos que sopram com tanta intensidade na área privada e até em algumas estruturas públicas, parecem não encontrar correspondentes nos gestores eleitos. Políticos com mentalidade obsoleta ainda se sentem donos do mandato. Não perceberam que o poder, na Era do Conhecimento, não está mais focado em uma única pessoa, está descentralizado e democratizado. Todos podem e precisam ser fiscais de todos. Os gestores e instituições que no século 21 continuarem com métodos e práticas do século passado serão expurgados. Portanto, o pleito de 2018 foi uma eleição sem precedentes na nossa história. Uma classe política antiga e desacreditada, que sempre se elegeu na base do clientelismo e do abuso do poder político e econômico, valendo-se do caixa 2 e de outras práticas espúrias, em sua maioria, não teve renovados seus mandatos no Congresso Nacional. O cidadão está cada vez mais atento, acompanhando os passos dos gestores públicos, como se estivesse com a lupa nas mãos!
; Renato Mendes Prestes,
Águas Claras


Fisco


O projeto de lei que está a ser votado no Congresso Nacional, quanto às limitações da Receita Federal do Brasil, na minha opinião e de muitos outros brasileiros, está mais do que certo, porque eles se julgam acima de tudo e de todos. Em 2009, recebi uma importância de R$ 60 mil do governo Federal, procedentes de precatório. Quando recebida a respectiva importância a CEF descontou de imediato quais R$ 2 mil, pois bem, no ano seguinte declarei o valor de cinquenta e poucos reais como rendimentos não tributáveis, na forma do Código Tributário. Aí acabou o meu sossego. Impugnada a declaração, ainda multaram-me em 75%, com semeador. Esse processo está com mais de 10 anos. No mês passado, recebi um Darf, no falir de R$ 58 mil para pagar em 48 horas. Isso é, ou não, abusivo? O mais grave: nunca me derão o direito de retificação na declaração original. Senhor ministro da Economia, tenha dó dos contribuintes. É veja só, senhor ministro, eu pago por mês de impostos de renda e INSS: são quase R$ 10 mil mensais.
; José B. R. Sousa
Cruzeiro Novo


Corrupção


Mais uma vez, o espúrio corporativismo vem mostrar que nem todos são iguais parente a lei. Agora, partindo da Alta Câmara do Legislativo, em que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pretende recorrer contra a Polícia Federal que determinou buscas no gabinete do líder Fernando Bezerra, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), por suspeitas de malversação de dinheiro público, mancomunado com o seu filho, Fernando Coelho Filho. Que os ditos cujos se defendam às próprias custas, sem envolver a Casa cuja missão é fazer leis que impeçam a corrupção, deixando que o Judiciário e a Polícia Federal cumpram seus mandatos, e a Justiça condene ou absolva os indiciados.
; Elizio Nilo Caliman,
Lago Norte


Reação rasteira


Desde a crise econômica de 2014, durante o governo Dilma Rousseff, apontado como responsável por todas as tragédias que tomaram conta do Brasil, a começar pelo crescente aumento do desemprego, que hoje atordoa quase 13 milhões de brasileiros, o ódio ainda é sentimento que divide o país. Incrível a reação dos antipetistas aos assessores do Partido dos Trabalhadores (PT) que ganharam o prêmio da Mega-Sena, no último sorteio. Na maioria das críticas debochadas, envolvidas de muita inveja, ninguém imaginou que os assessores são trabalhadores como quaisquer outros, que, em sua maioria, todas as semanas fazem a sua ;fezinha; na esperança de ganhar um bom prêmio e dar um conserto geral na vida: pagar as dívidas, comprar uma casa, trocar o carro, ajudar parentes em dificuldades e realizar outros sonhos. As postagens do ministro da Educação no Twitter foram desconsertantes, próprias de pessoas com níveis moral e educacional extremamente rasteiros, além de expressar um ódio absurdo. Um comportamento incompatível com alguém que ocupa um cargo tão relevante (ministro da Educação) no país. Aliás, a cada postagem do ministro e de outras autoridades e aliados do governo, o sentimento de ;vergonha alheia; toma conta das pessoas contrárias à disseminação do ódio, de todas as formas de preconceito, de discriminação e de violência.
; Paula Vicente,
Lago Sul


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