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O terceiro trimestre do ano será um teste de fogo para o governo Bolsonaro

Amauri Segalla amaurisegalla@diariosassociados.com.br
postado em 08/10/2019 00:00
 (foto: Magazine Luiza/Divulgação)
(foto: Magazine Luiza/Divulgação)

;Começamos a ver luz no fim do túnel;

Por mais que os pessimistas de plantão digam que o cenário econômico continua feio, empresários de diversos setores ; aqueles que sentem, no dia a dia, a temperatura de vendas, o ritmo de negócios fechados e o aumento da demanda por seus produtos e serviços ; começam a detectar sinais mais consistentes da retomada. Em evento realizado ontem em São Paulo, a empresária Luiza Helena Trajano (foto), presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza, afirmou que em setembro o varejo começou a tomar fôlego. ;Começamos a ver uma luz no fim do túnel, uma reação;, afirmou. Luiza destacou também que a recuperação deve se consolidar com a liberação dos recursos do FGTS e a aprovação de reformas, como a da Previdência. O terceiro trimestre do ano será um teste de fogo para o governo Bolsonaro. A maioria dos empresários espera um aumento do ritmo dos negócios para preparar o terreno para um crescimento robusto no ano que vem.


8%

é quanto devem crescer as vendas do Dia das Crianças em 2019 na comparação com 2018, segundo dados da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop)




Ceagesp entra para a lista de privatizações

Maior entreposto de alimentos da América Latina, o Ceagesp, em São Paulo, vai integrar o Programa Nacional de Desestatização, conforme publicação do Diário Oficial da União. Apesar de responder por 30% do que é vendido nas centrais de abastecimento do país, o Ceagesp fechou os últimos três anos com prejuízo. Investimentos privados, portanto, são oportunos. Segundo Salim Mattar, responsável pela área de privatizações do governo, em 2019 já foi batida a meta de US$ 20 bilhões em vendas de estatais.


Uber lança aplicativo para quem busca emprego

A dificuldade para se tornar lucrativa tem obrigado a Uber a investir em novas frentes de negócios. Depois de lançar uma plataforma de pagamentos, a empresa agora aposta em um aplicativo que conecta empregadores a profissionais que estão em busca de trabalho. Chamado de Uber Work, o projeto, por enquanto, funcionará apenas em Chicago, nos Estados Unidos, mas a ideia é levá-lo para outras cidades. Aplicativos desse tipo estão se tornando febre em diversos países.



Governo precisa melhorar a imagem do Brasil

A economista Elena Landau compartilhou no Twitter uma conversa curiosa que testemunhou num restaurante: ;Em Lisboa, na mesa ao lado, duas inglesas conversam sobre arte e direitos humanos no Brasil. Estiquei o pescoço e ouço: MST, um movimento de pessoas que tiveram suas terras expropriadas;. O episódio mostra que o governo precisa trabalhar a imagem do Brasil no exterior e escancara o desconhecimento dos estrangeiros a respeito do país. Que se saiba, o MST não teve terras expropriadas.



Rapidinhas

Uma das maiores plataformas de descontos da internet, a Peixe Urbano abriu a temporada de contratações. A empresa está em busca de engenheiros, analistas de prevenção de ciberataques, contadores, designers, especialistas em marketing e Recursos Humanos e profissionais de vendas. As vagas serão para as operações do Rio de Janeiro e Florianópolis.

Se você não pode vencer um rival, junte-se a ele. Honda, Yamaha, Suzuki e Kawasaki, as quatro maiores montadoras de motos do Japão, levaram o ditado ao pé da letra. Elas se uniram para desenvolver em conjunto a produção de baterias elétricas. Projeções feitas pelas empresas estimam que a pareceria reduzirá em 28% os custos para a fabricação dos modelos.

A rede varejista Fast Shop, focada em eletroeletrônicos, comprou participação minoritária na Zissou, startup especializada em produtos para o sono, chamados de bed-in-a-box. Com dois anos de operação e um crescimento mensal de 20%, a Zissou está avaliada em R$ 48 milhões.

Um Projeto de Lei do Banco Central enviado ao Congresso pode garantir que qualquer pessoa possa ter contas em dólares no Brasil. A proposta, diz o BC, busca modernizar o mercado de câmbio brasileiro. ;Tudo será alinhado aos fundamentos macroeconômicos e financeiros da economia brasileira; afirmou o banco em documento.












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