Mais 22 concessões saem em 2020

Mais 22 concessões saem em 2020

postado em 26/01/2020 00:00
Apesar dos entraves, o mercado brasileiro de aviação civil passou por mudanças positivas, dizem os especialistas. A concessão de vários aeroportos melhorou a infraestrutura aeroportuária, essencial para atender à demanda futura de viagens aéreas. De acordo com a Iata, a demanda do Brasil (como destino, origem e internamente) mais do que dobrará nos próximos 20 anos.

A estimativa de investimentos privados em aeroportos brasileiros nas próximas três décadas é de mais de R$ 10,2 bilhões. Em 2020, serão concedidos 22 terminais ao setor privado, durante a 6; rodada, incluindo os de capitais como Curitiba, Manaus e Goiânia. Aeroportos como Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ) devem ser leiloados em 2022, na 7; rodada, quando 19 aeroportos serão concedidos.

Além disso, o governo está focado no desenvolvimento da aviação regional e estipulou a meta de 200 cidades brasileiras com voos regulares até 2025 (hoje são 130) e 200 milhões de passageiros transportados ao ano até 2025. As empresas aéreas brasileiras transportaram 103 milhões de passageiros em voos domésticos e internacionais em 2018, segundo a Anac. Para isso, o governo federal prevê investir, até 2022, R$ 3 bilhões em equipamentos de navegação aérea, manutenção, reforma, ampliação e construção de novos aeroportos regionais em parceria com estados e municípios.

;Empresas menores estão se consolidando em parcerias com as grandes para fazer essas rotas regionais. Não é mais possível o passageiro ter de rodar 500 a 800 quilômetros de carro para chegar a um aeroporto;, afirma o presidente da Alta, Luis Felipe de Oliveira. Para isso, a associação, em parceria com a Iata, capacita companhias, com certificado de segurança internacional, para que possam fazer os acordos de codeshare. ;Três estão nesse processo, pelo qual já passou a TwoFlex (ex-parceira da Gol, comprada este ano pela Azul);, diz.


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