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Biden anuncia plano para impulsionar vacinas contra covid-19

O novo presidente diz que trabalhará para garantir igualdade no processo de acesso às vacinas, chegando também a comunidades mais pobres

Agência Estado
postado em 15/01/2021 19:16
 (crédito: ROBERTO SCHMIDT / AFP)
(crédito: ROBERTO SCHMIDT / AFP)
O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta sexta-feira, 15, diretrizes de seu plano para impulsionar a vacinação contra a covid-19 e também a produção de imunizantes no país. Em comunicado, Biden afirma que trabalhará para que mais americanos sejam vacinados, encorajando Estados a permitir que mais pessoas entre os trabalhadores de saúde e os mais idosos recebam a vacina.
Biden diz que trabalhará para garantir igualdade no processo de acesso às vacinas, chegando também a comunidades mais pobres.
Ele promete verba para o estabelecimento de novos centros de vacinação e também disponibilizar os imunizantes nas farmácias, a fim de facilitar seu acesso.
O presidente eleito diz que pretende aumentar a disponibilidade das vacinas, sem perder de vista o calendário para garantir duas doses a todos.
O comunicado também anuncia a intenção de contratar mais pessoal no serviço de saúde, para acelerar o processo de vacinação. Além disso, fala em reforçar a confiança no imunizante, por meio de uma campanha de educação pública sobre o assunto.
Piora antes de melhora
No dia do anúncio do plano para impulsionar as vacinas, Biden fez uma dura afirmação aos norte-americanos. "A verdade honesta é esta: as coisas piorarão antes de melhorar", advertiu Biden sobre o quadro da pandemia da covid-19 no país.
Biden disse que, para levar a cabo seu plano, detalhado em comunicado, precisará de financiamento do Congresso.
Ele informou que planeja estabelecer milhares de postos de vacinação comunitária pelo país, para acelerar o processo.
Ao fim do pronunciamento, quando já se retirava, um jornalista questionou se ele se sentia seguro para o dia da posse, após os violentos protestos e a invasão ao Capitólio no dia da certificação de sua vitória. "Sim", respondeu apenas o presidente eleito.
 

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