» A localização no estreito entre a ilha, a Islândia e o Reino Unido a torna fundamental para o monitoramento de submarinos russos — e, potencialmente, em breve, chineses — que entram no Atlântico
» A Groenlândia está se consolidando como um nó crítico no comando e controle de satélites, no conhecimento do domínio espacial e no rastreamento de equipamentos
» A geografia da ilha
permite a instalação de estações terrestres de satélite e infraestrutura
de comunicações seguras, que são cada vez mais
vitais à medida que
os rivais desenvolvem capacidades cibernéticas
e de contra-espaço
Fonte: Justina
Budginaite-Froehly, analista política