Rapidinhas

Correio Braziliense
postado em 23/03/2022 00:01

Redes sociais fecham o cerco contra fake news. E o Telegram?

As redes sociais terão trabalho redobrado no Brasil em 2022. E elas já se preparam para um cenário de alta tensão. Ontem, o YouTube informou que irá retirar do ar publicações que tragam informações mentirosas sobre o pleito futuro e até sobre disputas passadas. Segundo a plataforma, serão removidos, por exemplo, conteúdos com "alegações falsas de que as urnas eletrônicas brasileiras foram hackeadas na última eleição presidencial e de que os votos foram adulterados." Recentemente, YouTube, Facebook, WhatsApp e Twitter fizeram um acordo com o Tribunal Superior Eleitoral que prevê o combate permanente de fake news. O TSE disse que o Telegram foi convidado a assinar o compromisso, mas até agora não se manifestou. Como se sabe, as redes sociais se tornaram um palco perigoso para a proliferação de discursos de ódio e invenções diversas. É, portanto, obrigação das autoridades frear o ímpeto de quem faz isso.

Gigante de Abu Dhabi fecha parceria com fintech brasileira

Mustafa Kheriba, CEO da Yoshi Markets, principal corretora na área de ativos digitais de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, esteve no Brasil na semana passada para fechar parceria com a fintech brasileira Elliptical Finance. O objetivo é atuar mercado regulado de criptoativos. Kheriba tem no currículo a transformação da Abu Dhabi Financial Group de uma boutique de investimentos de US$ 1,3 bilhão em um gigante financeiro de US$ 14 bilhões. O acordo marca a entrada da Yoshi no país.

Empresas de capital aberto serão obrigadas a divulgar impactos ambientais

É cada vez maior pressão da sociedade para que as empresas assumam compromissos ambientais. Nesta semana, a SEC (Securities and Exchange Commission), órgão regulador do mercado de capitais americano, anunciou novas regras que valem para empresas brasileiras listadas nos Estados Unidos. A ideia é que toda companhia com ações negociadas em bolsa sejam obrigadas a divulgar dados sobre o impacto de suas atividades nas mudanças climáticas. A proposta irá agora para consulta pública.

Preço de carros novos e usados não para de subir

O mercado retraído não tem sido suficiente para combater a inflação dos automóveis. Um estudo realizado pela KBB Brasil, empresa especializada em pesquisa de preço de veículos, constatou que os valores continuaram a subir em fevereiro. No mês, houve variação média de 2,96% nos preços dos veículos seminovos (com zero a três anos de uso), enquanto os carros usados (com quatro a 10 anos de uso) tiveram alta média de 1,87%. Por sua vez, os valores dos veículos zero quilômetro cresceram 0,25%.

O PicPay, maior aplicativo de pagamentos do país, chegou a R$ 1 bilhão de empréstimos distribuídos pelo seu marketplace de produtos financeiros. A modalidade é oferecida por meio de parcerias com instituições como Original, BV, Creditas e Digio. Lançado há um ano, o marketplace liberou 800 mil contratos nesse tipo de empréstimo.

Um estudo realizado pela CertiSign, empresa que lidera o setor de certificação digital no país, mostra o alcance das novas tecnologias. Segundo o levantamento, a cada sete minutos um documento é assinado digitalmente no país. A empresa registrou, de 2020 para 2021, um crescimento de 77% no número de documentos assinados.

A pandemia fez crescer o gasto dos planos de saúde com a internação de pacientes. Segundo levantamento da Unidas, associação das operadoras de saúde, em 2021 as empresas desembolsaram, em média, R$ 20,5 mil por paciente internado. Em 2020, o valor foi de R$ 18,4 mil. Em 2019, antes do aparecimento da Covid-19, R$ 15,6 mil.

Os supermercados foram os maiores empregadores no período da pandemia: 156,1 mil postos de trabalho surgiram no setor entre 2020 e 2021, o equivalente a 6,1% do total. O segmento de transporte rodoviário de cargas aparece em segundo lugar no ranking elaborado pela consultoria Future Tank, com 136,4 mil vagas abertas.

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