Rapidinhas

Correio Braziliense
postado em 25/03/2022 00:01

Guedes promete

privatizações, mas

ninguém acredita

Entra e sai ano e o ministro da economia, Paulo Guedes, continua disparando exageros para quem quiser ouvir. Desta vez, em evento promovido pela Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Guedes disse que "as privatizações estão andando". Ele afirmou que, até o final do ano, as estatais Eletrobras e Correios, além de dois portos, os de Santos (SP) e Vitória (ES), serão vendidos para a iniciativa privada. A julgar pela reação do empresariado, suas promessas não colam mais. "Todo mundo sabe que a prioridade número 1 do governo é a reeleição", comenta, sob a condição de anonimato, um executivo do setor imobiliário que acompanhou a palestra de Guedes. "Será milagre se der tempo para privatizar alguma coisa." Detalhe interessante: em 2020, Guedes havia garantido que quatro grandes privatizações seriam feitas naquele ano. Como se sabe, elas não saíram do papel. Por que em 2022 seria diferente?

Uber vai de táxi

Desde que surgiu, em 2009, a Uber tratou os táxis privados como rivais. Agora, contudo, a empresa decidiu dar uma guinada inesperada em sua trajetória. A empresa integrará todos os táxis de Nova York em sua plataforma e as tarifas serão aproximadamente as mesmas cobradas pela fórmula básica do Uber X. "Estamos entusiasmados com a parceria", disse o vice-presidente da Uber, Andrew Macdonald, ao anunciar o projeto. Por ora, não se sabe se o acordo será levado para outras cidades.

ONGs pedem indenização de R$ 10 milhões para o LinkedIn

A ONG Educação e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes e o Centro Santo Dias de Direitos Humanos protocolaram na Justiça uma ação civil contra o LinkedIn. As entidades pedem indenização de R$ 10 milhões depois de a plataforma ter derrubado um anúncio de vaga de emprego que dava preferência a negros e indígenas. No Twitter, o LinkedIn afirmou que as suas políticas não permitem que sejam priorizados profissionais de acordo com idade, gênero, raça, etnia, religião ou orientação sexual.

Boom de bitcoins? Agência diz
que Brasil irá liderar tendência

Os brasileiros que investem em moedas virtuais podem agora se encher de esperança. Segundo estudo realizado na América Latina pela agência Sherlock, um boom de criptomoedas está próximo de ocorrer na região e o movimento provavelmente será liderado pelo Brasil. O levantamento mostra que 25% dos brasileiros pretendem comprar bitcoins e afins nos próximos 12 meses, o que representa um avanço de 91% em relação aos 13% da população que adquiriram moedas digitais ou tokens até o momento.

O setor de eventos de negócios, castigado pela pandemia, se recupera em 2022. A NürnbergMesse Brasil, uma das maiores promotoras do país, contabiliza 14 eventos programados até agosto. A expectativa é que o número seja maior até o fim do ano. "O avanço da vacinação deu mais segurança ao segmento", diz João Paulo Picolo, presidente da empresa.

Dados apurados pela Ubrafe (União dos Promotores de Feiras) mostram que 700 eventos corporativos estão programados para 2022, número já próximo dos níveis pré-pandemia. Para 2023, a expectativa é de desempenho ainda melhor. O setor tem participação relevante no PIB brasileiro , movimentando algo como R$ 300 bilhões por ano.

O setor de higiene e beleza tem faturado alto com as exportações. Segundo a Abihpec, associação que representa a indústria, as vendas ao mercado externo alcançaram US$ 60,9 milhões em fevereiro de 2022, o que significou um crescimento de 30,8% em relação ao mesmo período de 2021. Sabonetes foram os itens mais exportados.

O primeiro uso da tecnologia 5G no Brasil será na sala de cirurgia robótica Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). O projeto é resultado de inédito programa de colaboração entre Claro, Embratel e InovaHC, o núcleo de inovação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP).

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