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postado em 26/08/2020 23:36

Avenida W3
Nós, da Câmara de Dirigentes Lojistas do DF (CDL-DF), gostaríamos de parabenizar a coluna Visto, Lido e Ouvido pela publicação do artigo Pandemia: a chance da W3 (19/8). O texto faz referência à importância das avenidas W3 Norte e Sul para Brasília, reforçando seu merecido reconhecimento como principal eixo de comércio da cidade e destaca a importância da revitalização dessas avenidas para a recuperação da economia local no cenário em que vivemos. Tanto por sua importância histórica quanto por seu papel como símbolo do comércio da cidade, a CDL defende, desde 2015, uma profunda revitalização da W3 como ferramenta de desenvolvimento econômico de nossa cidade. Com seu espaço aberto e arborizado, e considerando os impactos causados pelo novo coronavírus, o comércio da W3 é, sem dúvidas, uma das melhores opções em Brasília para se caminhar e fazer compras com segurança.
» José Carlos Magalhães Pinto,
Presidente da CDL


Ipê-amarelo
A floração do ipê-amarelo é deslumbrante. Todos os anos, o espetáculo se repete para regozijo de quem vive na capital federal. Há cerca de dois dias, fui forçada a sair para casa para resolver problemas inadiáveis. Entre o fim da Asa Sul e o Setor Bancário, pelo Eixão Sul, foi possível admirar a fila de ipês. A paisagem é outra e mostra o quanto este período da seca, por mais árido que seja, é compensado pela beleza que a natureza empresta aos que vivem nesta cidade maravilhosa, batizada como Brasília. Que todos nós saibamos preservar esse patrimônio tão singular e que justifica o título bem merecido dado à capital: patrimônio cultural da humanidade. É a modernidade da arquitetura de Niemayer emoldurada pelo rústico e belo cerrado.
» Maria do Carmo Santos,
Asa Sul


Imunidade
Uma quadrilha inteira é presa pelo assassinato de um pastor evangélico. Por coincidência, sua esposa é a chefe e mentora da gangue. Porém, ela, Flordelis dos Santos de Souza, por ser deputada federal, tem “imunidade parlamentar” e responderá livre e solta. O que dá munidade a um político? Ele defeca perfumado? Não arrota? Não vomita? Não tem azia? O macaco quer saber! Até quando ficaremos à mercê dessa cafetinagem?
» João Horácio Caramez,
Brasília


Volta às aulas
Grande parcela dos pais deve estar acompanhando, apreensiva, as discussões a respeito da volta às aulas. Percebe-se que nenhum parlamentar, distrital, federal ou senador, teve a iniciativa de propor um projeto de lei que venha a dar direito aos pais e responsáveis de tomar a decisão de mandar, ou não, seus filhos à escola, caso o Executivo, ou o Judiciário, decida pelo retorno às aulas presenciais nas redes pública e privada. O projeto também proibiria que os alunos fossem reprovados por falta. Os riscos de contaminação são grandes. A maioria dos pais não acredita ser possível a volta às aulas sem uma vacina. As escolas não têm recursos para investir em estrutura para receber alunos. Ciente dessas e outras dificuldades estruturais, como organizar o transporte público de forma segura? O Estado não pode impor a volta às aulas, mesmo num modelo híbrido, sem considerar o direito das famílias, que se sentem inseguras e sem amparo jurídico para tomar essa decisão.
» Renato Mendes Prestes,
Águas Claras


Saúde
Ao ler o noticiário sobre os exorbitantes reajustes nos planos de saúde, qualquer dúvida sobre o papel da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deixa de existir. A agência atua contra a sociedade e como se fosse preposto das administradoras. No momento em que todos estão atravessando a pior crise econômica, a mão grande das operadoras se faz mais pesada. Os que passaram dos 60 anos são os que mais necessitam de serviços médico-hospitalares e são os primeiros a serem privados de um mínimo de conforto, uma vez a que a rede pública de saúde vive estrangulada. Não é segredo que o Sistema Único de Saúde (SUS) é subfinanciado, pois foi criado para atender os desprovidos, que são ignorados pelo poder público. A pandemia não jogou luz só nos quase 40 milhões de brasileiros invisíveis, mas, principalmente, destacou a importância do SUS. O ideal seria acabar com todas essas empresas exploradoras e pressionar o poder público para que o SUS tenha os recursos necessários para universalizar a saúde no país.
» José Enrique Fonseca,
Asa Norte

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