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postado em 08/09/2020 08:00
 (foto: klebe)
(foto: klebe)

Cumprimentos
Acolhendo proposta do nosso diretor de Integração, Wílon Wander Lopes, manifesto a nossa admiração pela coluna Dicas de Português (6/9), a respeito da letra do nosso Hino Nacional. Foi expressão de viva cidadania e exemplo de reverência a um dos maiores valores da nossa brasilidade, especialmente, quando vem de uma libanesa de nascimento — mas ativa e admirável brasiliense, brasileira de coração. Parabenizo, também, pela generosidade didática do texto, que revelou aos corações e mentes brasileiras sentidos importantes para a compreensão da força vital do nosso hino.
Marcelo Duarte Porto, Presidente da Academia de Letras de Brasília


Lendo a coluna Dicas de Português (6/9), que decifrou o Hino Nacional verso por verso, lembrei-me de um fato histórico do qual fui protagonista no Rio de Janeiro nos anos 1950. Como aluna do então excelente Instituto de Educação, recebemos uma aula notória e excepcional do grande maestro e compositor Villa-Lobos, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Ele corrigiu erros em geral cometidos pelas pessoas ao cantarem o Hino Nacional. Um deles, “no teu seio” em vez de “em teu seio”. Falou, também, dos demais hinos — o da Independência e o da República. Foi uma experiência inesquecível, experimentada por centenas de alunas do instituto. Não dá para esquecer.
Leda Watson, Lago Sul


Reeleição
Os presidentes da Câmara e do Senado não acham que atrapalham o governo federal e a nação brasileira além do permitido, e ainda vêm com essa de reeleição. Senhores Rodrigo Maia e Davi Acolumbre, passou da hora de vocês terem mais amor ao país. Essa de pensar na vaidade do poder poderá vir a prejudicá-los em um futuro próximo. Então, deixem vir novos pretendentes aos respectivos cargos para que haja ideias novas. Chega das desavenças entre os três níveis: Executivo, Judiciário e Legislativo, pois a população brasileira não suporta mais o ridículo até agora exposto.
José Bonifácio, Cruzeiro


Idosos
Estatuto do idoso? Onde? Já ficou patenteado que a “melhor idade” são só dores, sacrifícios e doenças. Beirando os 70 anos, na iminência de uma prótese no joelho, só vejo as injustiças praticadas. Todas as vezes que opto por usar a famosa fila preferencial, me decepciono. Aeroportos, supermercados, bancos, etc. Ninguém cumpre a lei, ou cumpre pela metade. Dias atrás, foi na Decathlon. Resolvi entrar na fila preferencial, só tinha um caixa para atender aos idosos e cinco para atender aos demais consumidores. Se sentissem as mesmas dores nas pernas, se fosse um pai ou uma mãe doente na fila, acho que mudariam a proposta. Desprezo total! Quem vai nos defender?
João Coelho Vítola, Asa Norte


Distorção
Chamar o Centro Administrativo (Buritinga) de elefante branco é, no mínimo, desrespeito ao Cemeb, que tem histórico de honestidade, com professores concursados e capazes, alunos idealistas e comprometidos com o aprendizado. Tudo gratuito, sem explorar o povo. Esse é um patrimônio de Brasília. Aquele, caso de Polícia e de Justiça.
Benedito Pereira da Costa, Asa Norte


Consumo
Cansei. Não autorizei ninguém a falar em meu nome. Todos os dias leio comentários do tipo: os brasileiros querem mudanças, os brasileiros não aguentam mais, etc. Assumam suas posições sem envolver outras pessoas. Muita gente nesse país está muito melhor que há 12 anos. Muita criança está viva e na escola; muitas pessoas estão conseguindo comprar a casa própria, um carro, uma moto e, que seja, uma bicicleta. São inúmeras pessoas que estão conseguindo colocar uma comida melhor na mesa e, com isso, ter uma saúde melhor. Quem hoje nesse país não tem uma televisão em casa, computador, celular e até mesmo smartphones? E quantas pessoas hoje conseguem viajar de avião e até mesmo para os inimagináveis anos atrás.
Neide Andrade, Brasília

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