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Correio Braziliense
postado em 30/12/2020 21:48

Ano novo

Muito bem noticiado: À espera de 2021 (Correio Braziliense, 30/12, página 9). Que 2021 traga boas notícias e que sonhos e projetos se tornem realidade. É apenas uma mudança no calendário, mas é também oportunidade para um momento de pausa na caminhada, de olhar para trás, para retornar o caminho com mais alegria e esperança. O que vem por aí. O ano de 2021 será de desafios para as cidades, o país e o mundo, mas tem tudo para ser divertido. Ver as coisas com otimismo é o começo para fazer de 2021 um ano de paz. Desejos a todos muita paz, alegria e um país mais tolerante. Nenhum ano será realmente novo, se continuarmos a cometer os mesmos erros dos anos velhos. Sejamos melhores do que somos agora. Por dias melhores. Deus abençoe o Brasil. Feliz todos os dias de 2021 e bem-vindos acontecimentos! Que seja um ano de crescimento e positivismo para todos.
» José Ribamar Pinheiro Filho,
Asa Norte

» Que bom! Que bom! Graças ao bom Deus chegamos ao fim desse ano que aterrorizou o mundo. 2020 vai ficar na história e no passado. Foi um ano em que o mundo parou, literalmente. Pessoas aprenderam a fazer comida. Maridos ajudaram a lavar casa, fazer reparos. Ano maldito em que milhares de pessoas morreram pelo mal da covid-19. Foi um período em que os atritos familiares aumentaram. Animais domésticos entraram em pânico com o retorno de seus donos à rotina. Foi um ano no qual até senador foi pego com dinheiro na cueca. Graças a Deus, não houve corrupção no governo central. Por outro lado, governadores, prefeitos, deputados e vereadores desviaram verbas da covid para seus bolsos. 2020 foi um ano em que todos os eleitores que colocaram senadores e deputados federais no Congresso se frustraram com a mesmice das raposas da velha e bandida política. Ano para ser esquecido por muitos, porque, também, foi bom para motoboy, supermercados, padarias... Mas o principal: os profissionais da saúde estão de parabéns por tudo que fizeram pelos acometidos desse mau.
» José Monte Aragão,
Sobradinho

» Vai-se 2020; logo, virá 2021. Lembro bem de mais uma viagem ao nosso Piauí em março; e, no início daquele mês, iniciou-se essa batalha pesada contra essa pandemia... Batalha essa que já parte para a segunda onda. E as informações continuam como nuvens a navegar em terras, rios, ares e mares sem destinos. Os ataques astronômicos foram o pior e mais perverso caos nessa cruel terceira guerra mundial. Assistimos muitas lutas políticas travadas entre a esfera federal versus estados e municípios, apesar de alguns excessos, mas observamos que o ponto de harmonização foi e é a preocupação nacional em prevenir a doença criminosa e batalhar nas curas para salvar vidas. O que marcou — de fato — o ano que se finda foram a grandiosa fé em Deus dos brasileiros e o heroísmo dignificante dos profissionais da saúde! Não podemos deixar de mencionar a iniciativa do governo federal em desenvolver e praticar em boas estratégias o maior e mais eficiente programa de auxílio emergencial do mundo, que, sem dúvidas, ajudou na alimentação e em itens básicos na vida de milhões de brasileiros. Confesso que me sinto feliz em ter presenciado o bom destino de meu Imposto de Renda pessoa física, recolhido anualmente à Receita Federal. Vamos fazer súplicas ao nosso Todo Poderoso pelo fim dessa pandemia; e, ainda, para que as contas do Orçamento federal continuem sintonizadas nesse foco para as famílias que são, de fato, mais necessitadas.
» Antônio Carlos S. Machado,
Águas Claras


Amor x ódio

Algumas pessoas tem o dom de extrair de nós o que de melhor temos. O papa Francisco é uma dessas pessoas. Suas mensagens provocam sentimentos de amor, esperança e vida. Jair Bolsonaro, ao contrário, consegue extrair o que de pior existe na alma humana. Ódio, medo, ameaça, destruição e morte. O comportamento de seus seguidores em redes sociais e em comentários em sites de notícias, a propósito das declarações do presidente Bolsonaro sobre as torturas sofridas pela sra. Dilma Rousseff é prova cabal dessa afirmação. Que os apoiadores de Bolsonaro sejam contra e não aprovem as condutas da sra. Rousseff é do jogo democrático, mas que louvem a tortura e aplaudam aos torturadores é deprimente e desumano.
» Sylvain Levy,
Asa Norte


Ficha limpa

No artigo Imbróglio eleitoral no STF (Correio Braziliense, 26/12, página 4), o que se conclui é que a turma de barrados pela Lei da Ficha limpa, uma medida de iniciativa popular e de grande mobilização durante sua tramitação, se esperneia para achar uma válvula de escape e furar o bloqueio que deu novo alento à população brasileira. Com a palavra o Supremo, que não pode e não deve decepcionar o povo que quer este país mais justo e sem a corrupção endêmica que envergonha e empobrece a nação.
» Vilmar Oliva de Salles,
Taguatinga

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