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Correio Braziliense
postado em 04/01/2021 22:11

Racismo

Parabenizo o delegado de polícia do DF e professor de educação física Ricardo Nogueira Viana pelo seu excelente artigo (Correio 4/1) sobre racismo. De modo, indubitável, discorreu a pura realidade do que ocorre na sociedade brasileira. O Brasil é o segundo território, depois do continente africano, com maior população negra. Durante a história, os negros foram vítimas da escravidão e do racismo, que ainda persiste nos dias atuais, mesmo sendo considerado crime imprescritível e inafiançável. Diante disso, pode-se considerar como causa a falta de diálogo e certas atitudes e posicionamentos racistas ainda camuflados na sociedade.
» Renato Mendes Prestes,
Águas Claras


Aglomerações

Afirmar que o presidente da República não promoveu aglomerações no litoral paulista, onde curtia o mar no lugar de trabalhar, é um absurdo. Usar uma frase pré-ditadura do centenário Hélio Fernandes para explicar a sandice é uma injustiça. O presidente promove, enaltece, apoia, difunde e provoca aglomerações, desrespeitando regras e a ciência. Enfim, o mito mente, o mito mata.
» Ludovico Ribondi,
Noroeste


Violência

Mais uma, infelizmente, vítima da esquerda que ainda não se conformou com a legítima vitória de Jair Bolsonaro nas urnas: a menina Alice Pamplona da Silva, de apenas cinco anos de idade, que foi atingida por “bala perdida”, vindo a óbito. Todos sabem que Edson Fachin, atendendo a pedido do PSB, proibiu a polícia de realizar operações nas comunidades do Rio de Janeiro, decisão essa aprovada, por 9 x 2, em plenário virtual, pelo STF, não podendo, em consequência, os policiais serem acusados desse homicídio. Por que razão, então, a omissão de entidades como OAB, CNBB, UNE, de partidos de esquerda (PSB, PT, PCdoB, P Sol, Rede...) e ONGs, no caso. Se o tiro tivesse saído da arma de um policial, a repercussão já estaria contra o governo Bolsonaro e em nível internacional. Apenas a ONG Rio de Paz, em tímida declaração, informou “...que acompanha casos de crianças baleadas desde 2007...”. Por que essa omissão, não só dos órgãos mencionados, mas dos demais estratos sociais e do povo brasileiro, contra esse paradoxo, em que o bandido pode, deve e anda armado, enquanto o cidadão de bem e consequente vítima desses marginais armados, deverá andar desarmado? Estamos, consequentemente, nessa situação de descalabro social.
» Humberto Aquino,
Asa Norte


Prefeitos

Prefeitos eleitos e empossados: os senhores receberam as chaves das cidades as quais vão administrar. Por favor, não confundam com as chaves dos cofres públicos; as verbas neles depositadas, devem ser aplicadas em obras úteis, necessárias e duradouras dessas cidades em benefício da população.
» Josuelina Carneiro,
Asa Sul


Esperança

2021: o ano da esperança tão esperado por nós chegou! Mas temos que saber que não vai ser 2021 que vai nos tornar melhores. Sabe por quê? Porque, seremos nós que tornaremos 2021 melhor do que 2020 e, para isso acontecer, devemos continuar usando máscaras, mantendo o distanciamento, evitando as aglomeraçãoes até o fim dessa pandemia.
» Evanildo Sales Santos,
Gama


Vacinação

O presidente Bolsonaro, para se eleger, veio com um discurso encantador: acabar com a burocracia e a corrupção. A burocracia está aí, viva e fogueira. No INSS, ela mata. Tudo é difícil. Para marcar uma perícia, até de doente terminal, o paciente tem que aguardar um prazo que ultrapassa seis meses. Muitos não aguentam e morrem. Agora, com a pandemia, tudo piorou. A vacina, que seria a salvação da pátria, está estocada, não se sabendo se em local adequado. Enquanto isso, a Anvisa dorme, aguardando pedido de registro ou avaliação para a autorizar a aplicação. Na Europa, 40 países já estão vacinando. Na América do Sul, o Chile e a Argentina vacinam em massa. Em recente entrevista, Bolsonaro disse que não vai tomar a vacina, desestimulando o povo, que a aguarda com muita esperança e ansiedade. O certo seria autorizar a vacinação imediatamente chamando um contingente dos bombeiros, do Exército, para ajudar os profissionais da saúde, com postos nas escolas, nos hospitais e nos quartéis, acabando com esse blá, blá, blá entre o presidente, a Anvisa e o governador Dória, de São Paulo: o povo está cansado.

» José Carlos Magalhães Júnior,
Vila Planalto

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