Sr. Redator

postado em 14/01/2021 06:00

Maguito Vilela
Muito triste a morte do prefeito de Goiânia. O caso, entretanto, expõe a falta de informações sobre o real estado de saúde física e mental de candidatos a cargos eletivos — especialmente os de administração — e traz à tona a falta de exposição de vices de candidatos, que não participam, ao menos, de debates. A refletir: candidatos mais idosos deveriam considerar os riscos de contraírem doenças graves, em vez de se iludirem com a picada da mosca azul do poder. Fica aí uma dica para mudanças — para melhor — no sistema eleitoral brasileiro.
Marcos Paulino, Águas Claras


Voto impresso
Não sei ainda o porquê da fobia do voto impresso. Não se está discutindo a falta de confiabilidade nem a lisura da urna eletrônica, apenas a tornando, sob todos os pontos de vista, mais confiável. Os hackers, comprovadamente, já invadiram sistemas tão ou mais seguros, como bancos, tribunais superiores e instituições que se acreditavam cem por cento seguras. Por que não teriam condições de acessar e manipular essas urnas? O que se pede é justamente o contrário do que se propaga. O voto impresso seria, ou será então, a comprovabilidade de sua lisura: o eleitor vota, digitando os números de seus candidatos e aparecerá, além do mostrado na tela, também no comprovante impresso digitado. O que faz o eleitor, após a leitura de seu voto é, vendo que o mesmo foi corretamente impresso, deposita-o na urna que, ao final da votação será lacrada, com assinatura de todos os mesários e fiscais de partido credenciados naquela seção eleitoral. Não haverá, portanto, como se prega, a interminável leitura e contagem do voto a voto, pois a urna só será aberta em caso de contestação, como eleitores que tenham certeza de terem votados em algum candidato, mesmo seguindo todo esse procedimento, não tenha encontrado naquela seção eleitoral seu voto contabilizado em favor do seu ou dos seus candidatos. Portanto, repito, não entendo o pavor do voto impresso, como caro e inviável, mesmo e porque sua implantação seria um atestado de confiabilidade, lisura e honestidade à urna eletrônica.
Humberto Aquino, Asa Norte


Vacina
Imagens que causam inveja aos apreensivos e sofridos brasileiros, ansiosos pela vacina milagosa: médico dançando e cantando, no hall do hospital, em Israel, com grupo de profissionais de saúde, depois de mais uma etapa vitoriosa de vacinação contra a covid-19.
Vicente Limongi Netto, Lago Norte


Descrédito
A mídia tem procurado de todas as formas fazer com que as pessoas desacreditem no governo Bolsonaro, usando meias palavras, notícias alarmantes, falas mal interpretadas, e por aí vai. Tenho acompanhado quase todas as declarações, discursos e conversas do presidente Bolsonaro com seus apoiadores; não consegui depreender nenhuma manifestação dele que pudesse indicar uma ação dirigida ao não uso das vacinas, ou mesmo intenção de retardar o andamento pelos órgãos responsáveis. Dizem que ele “atrapalha o início da vacinação em nosso país, quando mais de 50 países já começaram o processo”... De onde podemos inferir tal atitude? Gostaria que me indicassem uma fonte fidedigna para confirmar como Bolsonaro teria agido para atrapalhar o início da vacinação!
José de Mattos Souza, Lago Sul


Rádio
A extinção da rádio Brasília Super FM foi uma perda considerável para o meio cultural da cidade. Hoje, para muitas pessoas, não há emissora com um mínimo de qualidade, que dê para se ouvir em Brasília. Em geral, só se ouve “músicas” ruidosas, que perturbam a mente e o espírito, e enervando ainda mais as pessoas, que já andam tão agitadas. Precisamos de sons que acalmam e tragam paz e sossego.
Humberto Pellizzaro, SCLRN

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