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Correio Braziliense
postado em 03/05/2021 22:14

Imprensa livre

O Correio Braziliense nasceu com Brasília, e seus editores registraram a evolução da capital de forma exemplar. E o matutino aceita, democraticamente, os escritos de apoiadores e críticos. Assino o jornal há décadas e não vejo nada que me impeça de continuar lendo o que me interessa. Os que são contra a imprensa livre exercem seu direito, e o jornal aceita e publica também os protestos. Só em regimes “fechados” não se publicam críticas: só aceitam elogios. Penso que devemos colaborar e apoiar que a mídia em geral esteja sempre aberta a todas as correntes, que não surjam para destruir o que vem sendo erguido com os esforços de toda a sociedade.
» Aldo Paviani,
Lago Sul


1º de Maio

O ex-chanceler chorou suas mágoas e dores de cotovelo, sem nada acrescentar de útil ao país. Tivemos o pior 1º de maio de todos os tempos, com o samba exaltação e a carreata dos mais abonados versus a miséria dos trabalhadores. A morte continua em sua marcha intrépida com sua vassoura de bruxa. Se o que sempre foi bom para os Estados Unidos era bom para o Brasil, o Biden deu a dica: taxar as grandes fortunas, pois o povo já deu o que tinha pra dar. Um leitor se declarou saudoso do Correio de "antes'' e que não mais o reconhece. Caríssimo, não foi o jornal que mudou. É o Brasil que está descendo a ladeira, cada vez mais depressa, rumo ao abismo da morte, da fome, do desemprego. Estamos às vésperas do apocalipse. Só não vê quem não quer
» Thelma B. Oliveira,
Asa Norte


Embrapa

O artigo do pesquisador Décio Luiz Gazzoni (Correio Braziliense) denota a importância da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e, também, do pesquisador. Este é um ente altruísta, pois o dinheiro está em segundo plano. Quando ele planeja e executa seu projeto, ele visa ao sucesso de sua instituição antes de tudo, quando essa é possuidora de funcionários empreendedores e com visão de futuro. O Brasil precisa de empresas como a Embrapa, cujas pesquisas proporcionam um retorno aos cofres públicos imensurável. Seu presidente, em entrevista a este jornal, coloca muito bem a posição de sua instituição, que merece todo respeito.
» Enedino Corrêa da Silva,
Asa Sul


Pazello

Para que o "bom camarada” Eduardo Pazuello, no entender do vice-presidente Hamilton Mourão, não perca o foro privilegiado, não fique deprimido e faça bonito quando for depor na CPI da Covid, Bolsonaro meteu na cabeça que precisa arrumar alguma nova função para o ex-ministro da Saúde. É do temperamento do presidente não deixar amigo na chuva. Sugeriram a Bolsonaro a presidência do Banco Central ou da Petrobras. O presidente recusou, alegando que o coitado do ex-ministro anda estressado. Trabalhou duro no Ministério da Saúde. Precisa descansar o esqueleto. Pegar um batente mais leve. Nessa linha, o chefe da nação tem recebido pencas de sugestões. Analisa todas elas. Com carinho, zelo e espírito público. A mais recente é para chefe dos brigadistas do Shopping de Manaus, sem precisar usar máscara. Na lista de Bolsonaro, também consta: diretor da frota de veículos do Palácio do Planalto; capelão do Alvorada; diretor do setor das máscaras, luvas e álcool em gel do Ministério da Economia; administrador do serviço médico do Planalto; diretor da usina de lixo de Brasília; salva-vidas da piscina do Alvorada, entre outros cargos. Outra alternativa de alguma ocupação para Pazuello seria trabalhar com o ministro da Secretaria-Geral, Onyx Lorenzoni, que não faz nada e está precisando de alguém para ajudá-lo na espinhosa função.
» Vicente Limongi Netto,
Lago Norte

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