» Sr. Redator

Correio Braziliense
postado em 24/11/2021 00:01

Dad Squarisi

Li a "carta" de domingo da editora Ana Dubeux: A professora, o jornal e a cidade. O título diz tudo. Estamos todos felizes com o retorno de Dad Squarisi e o lançamento de seu novo livro sobre Brasília, na Livraria Travessa, dia 27, às 19h. O sucesso de Dad foi construído em cima de um ensinamento que ela levou muito a sério desde cedo: se tem que fazer alguma coisa, faça bem-feito. De preferência sorrindo. Assim a vida sorrirá para você. Ao lado de Dad Squarisi, o sorriso é certo. E verdadeiro.

Silvestre Gorgulho,

Lago Sul

Sonho de d. Bosco

Li seu artigo, Natanry. Parabéns. Creio que a capacidade de carga de Brasília já passou dos limites. Vivo em Brasília desde 1974. Quando a gente chegava de avião à noite, dava para ver o Plano bem definido, bem como todas as cidades satélites. Hoje, não consigo identificar mais nada. É um mar de luzes. O resultado dessa ocupação desordenada, por tanta gente, é um tráfego maluco; uma destruição impiedosa do meio ambiente; alta criminalidade; e péssima infraestrutura de saúde. Você tem razão. Não é preciosismo nem frescura. É falta de pensar sobre o que será desta nossa cidade amanhã. Nesse ritmo, já era. Espero que o senhor secretário Mateus Oliveira e sua qualificada equipe considerem as palavras de Niemeyer e Lucio Costa. O sonho de Dom Bosco não pode se tornar um pesadelo.

Vander Gontijo,

Brasília

»Uau! Inspirador o artigo (23/11) sobre o sonho de Dom Bosco. Amo morar em Brasília e achei incrível olhar para a cidade pela perspectiva de quem faz parte da construção desse sonho. E ainda mais o chamado que a autora, Natanry Osorio, fez para a comunidade jovem, como eu. Confesso que fiquei reflexivo sobre as atitudes que posso tomar pela preservação do chamado "sonho de Dom Bosco", começando pela importância de manter a característica residencial de bairros como o Lago Sul, e não transformá-lo em bairro misto, como prevê a Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos). Parabéns ao Correio pela publicação de artigo com um chamado tão importante para a nossa cidade!

Bruno Lourenço Antunes de Oliveira,

Brasília

Réveillon

O GDF fala em realizar o réveillon deste ano na Esplanada, assim como o governo do Rio de Janeiro planeja a realizar o carnaval em 2022. Nada contra tais eventos. Será que esses governantes não sabem que corremos o risco de contraírmos o coronavírus, que ainda assusta a humanidade? No nosso caso, há tantos problemas para resolver, como falta de remédios, falta de merenda para os alunos da rede pública, falta de transporte público de qualidade, há muitos buracos nas vias da capital federal, e o Ibaneis não vê isso? Governador, antes de fazer festa para o povão, resolva esses problemas primeiro.

Sebastião M.Aragão,

Asa Sul

»Uma grande festa, na Esplanada dos Ministérios, para comemorar a chegada de 2022 seria maravilhosa, não tivéssemos o fantasma da covid-19 rondando a vida das pessoas, por meios de variantes, que têm feito países da Europa enfrentar mais uma onda dadoença. A falta de bom senso no Brasil parece ter ensinado pouco aos governantes. Será que esta festa não poderia ser adiada?

Elvira Macedo,

Octogonal

Bolsonaro&Filhos

A discussão, o atrito entre o Valdemar Costa Neto e o presidente Jair Bolsonaro é por causa da dinheirama a que terá direito o PL, a partir do ano que vem. Da parte do presidente e família, porém, não é só isso. Trata-se do controle do mais vantajoso dos cartórios em que se transformaram os partidos políticos no Brasil, com raras e pontuais exceções. Valdemar alugou a legenda, mas não iria transferir a propriedade dela para Bolsonaro&Filhos, e aí reside o xis de uma velha questão na qual, no entanto, ainda não tínhamos visto um presidente da República se envolver tão aberta e displicentemente. Essa é a única novidade nesse caso, que reúne os ingredientes da lamentável história recente dos partidos: domínio de caciques, inchaço artificial proporcionado pela conquista do poder, trato obscuro do dinheiro público, serventia como cabides de empregos, zero debate político-doutrinário. É o que se vê em agremiações com cheiro, cara e jeito de balcão para compra e venda de interesses privativos de seus donos e respectivos donatários. É o que Jair Bolsonaro está cansado de ver em sua vida política, pois já passou por oito delas, ocupou a nona e se prepara para integrar a décima. Com a diferença de que agora é presidente e se crê merecedor de ter a sua, na qual possa ser ele o mandatário supremo.

Renato Mendes Prestes,

Águas Claras

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