» Sr. Redator

Correio Braziliense
postado em 06/12/2021 00:01

Terceira via

É natural que partam daqueles que sempre tomaram o mel deixando para o restante da população brasileira a cera, ofensas ao ex-juiz Sérgio Moro, concorrente às eleições presidenciais de 2022. O eleitorado precisa entender que Sergio Moro não condenou inocentes. Ele condenou pessoas que meteram as mãos nos cofres públicos e quebraram o Brasil. Em lugar nenhum do mundo, um ex-presidente de um país ficaria preso 580 dias se inocente fosse. O discurso da inocência virá e deverá ser rechaçado, não podemos fazer o papel de trouxa. Imagine essa gente voltando ao poder depois dos horrores que aprontaram. Será mesmo o fim da picada. Não podemos desperdiçar a chance que teremos de mandar para o ostracismo políticos que só têm conversa fiada e nada fazem pelo povo. Chega. Experimentemos o novo. O melhor caminho pode ser a terceira via.

Jeovah Ferreira,

Taquari

Prudência

Unidos contra o risco do avanço da nova cepa, e em respeito aos alertas da ciência, governadores e prefeitos cancelaram festas de réveillon e carnaval. Merecem fogos de artifícios, máscaras, confetes e serpentinas, pela prudência e bom senso. Nessa linha, os políticos também estão de olhos bem abertos para as vozes das urnas. Em 2022, eleitores estarão vigilantes e atentos aos governantes que atenderam e respeitaram as normas sanitárias, nos momentos difíceis da pandemia. As urnas responderão aos que debocham da ciência, do uso da máscara e das vacinas. Penalizarão governantes que demoraram a comprar vacinas, que poderiam ter salvo milhares de brasileiros.

Vicente Limongi Netto,

Lago Norte

Mercado de luxo

Os principais mercados mundiais de luxo ainda estão parados. Mas muitas mudanças que se insinuam vinham acontecendo. Sob a perspectiva das marcas, o luxo ainda tem receio dos canais on-line, mas esse canal será cada vez mais usado. As operações internacionais terão de usar a inteligência local para ganhar velocidade, até pela queda do turismo comprador asiático no mundo. Ações de responsabilidade social e sustentabilidade serão cada vez mais cobradas (isso mudará a fonte de matérias-primas e a cadeia produtiva). Bens de consumo de luxo serão alugados e revendidos em segunda mão. Doar será um novo hábito, e empresas de alto faturamento serão pressionadas a isso. A austeridade será o novo pretinho básico para as mulheres e, para os homens, o terno de magazine. Dessa forma, as marcas deixarão de ostentar. Crianças e adolescentes se tornarão mais decisivos nas tomadas de decisão de consumo. O varejo precisará tornar seus espaços atrativos, transformando-os em ambientes de socialização e entretenimento. Os consumidores estarão ressabiados, com novas prioridades, e precisarão ter a emoção despertada para comprar o que não é necessário. Saúde será um novo item de desejo.

Renato Mendes Prestes

Águas Claras

André Mendonça

Diante da recente sabatina, no Senado Federal, do candidato André Mendonça, indicado pelo presidente da República, confesso que não acompanhei na íntegra o processo, que fora transmitido ao vivo; contudo, há de se destacar a fala do senador Marcos Rogério; antes, aviso que sou apenas observador de algumas passagens que ocorrem pelos ventos políticos do Brasil, é que assisti às indagações feitas pelo senador e que, para mim, foram um desfile de boa oratória, conhecimento de causa e bom equilíbrio durante seu discurso, deixando bem claro sobre as atribuições dos Três Poderes, que fazem girar a democracia e suas atribuições públicas. Fez suas perguntas com cátedra a Mendonça e lamentou que alguns partidos (reprovados nas urnas) vivam em batalhas ao "entrar com recursos" para obter algumas vitórias junto ao STF. Finalmente, o senador provou, mais uma vez, que é bom leitor e analista de nossa Constituição, passando segurança e equilíbrio à população brasileira. Assim, o STF empossará o futuro ministro André Luiz de Almeida Mendonça no próximo dia 16.

Antônio Carlos Sampaio Machado,

Águas Claras

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