» Sr. Redator

Correio Braziliense
postado em 30/12/2021 00:01

UnB

Parabenizo os professores da Faculdade de Educação (FE) Remi Castione e Gilberto dos Santos pela confecção do artigo "O que restou do sonho da nova capital?" (Opinião, 26/12), no qual traçaram, inteligentemente, um breve histórico da trajetória da Universidade de Brasília, desde a sua fundação, na década de 1960. Relembrando renomadas personalidades, a exemplo do ex-presidente Juscelino Kubitschek, além dos ex-líderes estudantis Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro, ambos imortalizados na história real e patrimonial da UnB, tendo aquele batizado pavilhão central e este o campus do plano-piloto, na capital federal. Com relação à menção dirigida pelos autores ao Conselho Universitário (Consuni) — órgão colegiado superior — é ímpar acrescentar que, em meados de abril de 2019, discursei sobre os grandiosos feitos de JK por ocasião da comemoração de mais uma primavera candanga, celebrada anualmente em 21 de abril, durante reunião do Consuni, sendo imperioso esclarecer que jamais me manifestei favorável à aprovação da precitada Resolução 17/2018, cujo bojo propunha a revogação do Plano Orientador da UnB, lamentavelmente aprovada pela maioria dos votantes presentes à ocasião. Por derradeiro, é importante esclarecer que, de acordo com o regimento, a reitora da UnB, dra. Márcia Abrahão, ocupa cadeira cativa na presidência daquela Casa, cabendo à mesma — via Secretaria de Órgãos Colegiados (SOC) — propositura, apresentação e discussão dos itens pautados para deliberação coletiva durante as reuniões.

Nelio S. Machado,

Asa Norte

Guevara

Tenho a consciência de que, às vezes, exagero, por ímpetos da idade avançada, nas críticas que formulo contra o nosso presidente-malfeitor, mas, hoje, despertei com a inspiração necessária para afastar de mim esses "maus" pensamentos. Me lembrei de Che Guevara, que, gentilmente, pregava: "há que endurecer, mas sem perder, jamais, a ternura".

Lauro A. C. Pinheiro,

Asa Sul

Vacinas

Nunca foi necessário receituário médico para que crianças fossem vacinadas neste país. Em meio a maior crise sanitária do planeta, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, adota um comportamento deplorável ao avisar que a vacinação de crianças de 5 a 11 anos estará condicionada à apresentação de receita médica. Expõe-se ao ridículo e se soma aos negacionistas para agradar o presidente. Desde quando uma campanha de imunização precisa de consulta e debate públicos após o imunizante ser aprovado pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelos técnicos do Ministério da Saúde. Sabe-se, de antemão, que Queiroga vai reunir um bando de insanos contrários à vacinação para negar o direito das crianças serem imunizadas — um jogo de cartas marcadas. A maioria da sociedade brasileira e até os bolsonaristas estão fartos das aberrações deste (des)governo, principalmente no campo da saúde. Ninguém, em sã consciência, não vê a hora deste governo do horror acabar.

Leonora Lima,

Núcleo Bandeirante

Poderes

Com todas as venias, mas o Brasil, de um modo geral, gostaria de saber do por que de presidente da República ser tão tolerante com tantas interferências por parte de alguns "ministros da Suprema Corte". Não há necessidade de ser um especialista em política ou em direito constitucional para ver como é abusiva a interferência do Poder Judiciário nos outros dois Poderes da República. Em português vulgar: "será que ambos têm os rabos presos perante a Corte"? Como fica a seguinte frase Constitucional: "Todo o poder emana do povo"? Dito isso, senhor presidente Jair Messias Bolsonaro, por que sua excelência fica tão preso a este outro Poder, pensamos nós, brasileiros, que elegemos de vereadores ao presidente da República para governarem e editarem leis e normas em prol da nação brasileira. O outro Poder serve simplesmente para cuidar no que consta da Constituição Federal, que, por sinal, foi a pior dos últimos anos. Por fim, a maioria dos brasileiros aguarda uma resposta do presidente quanto à interferência exagerada do STF. Feito isso, a sua credibilidade se multiplicará por várias vezes ou 70 x 70.

José Bonifácio,

Cruzeiro

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