» Sr. Redator

Desejos

O ano de 2021 está chegando ao final; muitas coisas boas aconteceram em nossas vidas, também passamos por muitas coisas ruins e ainda estamos passando por uma pandemia., mas resistiremos e venceremos, com fé em Deus. Que venha o ano de 2022. Esperamos que seja um ano sem coronavírus, com muita fartura e prosperidades em todos os âmbitos. Que venha com muita força e determinação, que toque nos corações de todos os seres humanos, valores, paz e respeito ao próximo. Que seja um ano de muitas realizações. Que as crianças nasçam fortes e saudáveis. Que os adolescentes vivam os seus momentos de alegrias e prazeres saudáveis. Que os jovens levem mais a sério os seus estudos, preocupados com os seus futuros. Que os homens amem e respeitem as suas esposas. Que as mulheres conquistem mais os seus espaços em todas as áreas na sociedade. Que os idosos sejam respeitados e tratados com amor pelos mais jovens. Que os corruptos desapareçam das nossas vidas.

Evanildo Sales,

Brasília

Desafios 2022

Como leitor e assinante do Correio, fiquei estupefato ao ver que o seminário intitulado "Desafios 2022", originado de um bom propósito, democrático, não teve entre seus convidados nenhum representante do campo progressista e de esquerda. Tal fato, por si, já diminui a democracia propagada, mas considerando também o fato de que é esse campo que desponta como favorito para as eleições presidenciais, o que o seminário demonstrou foi não ter procurado a relevância.Torço, sinceramente, para que o "esquecimento" tenha sido um erro pontual, e não se torne uma prática permanente para um veículo que diz prezar por um jornalismo plural e democrático.

Jackson Raimundo,

Brasília

Parece mentira

Acredito que a maioria da população brasileira está estupefata com a anulação de inúmeras condenações de corruptos que foram condenados na Operação Lava-Jato. O que não dá para entender é por que deixaram condenar para depois declarar incompetente a Vara para julgar. Eles estão voltando com a corda toda e pode-se esperar que muitos vão chorar lágrimas de crocodilo, tentando convencer o eleitorado de que foram inocentados e que vão pedir indenização por danos morais. Lá vai mais dinheiro do contribuinte. É o fim da picada. E tem mais: os juízes que condenaram os calhordas correm o risco de sofrer sanções. Os "ladrões de galinha" continuam trancafiados. Parece mentira.

Jeovah Ferreira,

Taquari

Conecte SUS

Os comentaristas, em relação ao suposto ataque de hackers ao sistema Conecte SUS, destacam a fragilidade dos meios digitais do governo. Ora! Sob tensa fragilidade vive a sociedade brasileira, quando o governante é um aliado incondicional da morte, da covid-19 e de tudo mais que pode antecipar a finitude da vida. Pior é ver que um médico, que ocupa o Ministério da Saúde, passa a negar o juramento de Hipócrates: "... A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza à perda". Mas, para agradar ao insano presidente, o ministro se torna aliado dos negacionistas. Causa náuseas ver um médico se vender a um governo que findará em 2022, sob as bençãos de Deus e para a alegria da nação.

Dagoberto Soares,

Sudoeste

Pessimismo

Diz uma pesquisa efetuada por renomado instituto que o eleitorado está majoritariamente pessimista em relação às próximas eleições gerais para presidente, senadores e deputados: 20% representam a parcela de empedernidos otimistas, mas 44% esperam o pior e 23% não têm expectativa alguma, não estão nem aí para a hora do Brasil. Na soma dos dois últimos grupos, temos quase 70% de enfadados. O dado é por si relevante e, por isso, digno de atenção, principalmente se levarmos em conta que esses zangados e indiferentes não dão importância ao fato de que uma eleição é muito melhor que eleição nenhuma. Nem parece que 37 anos atrás o país se mobilizava todo pelo direito ao voto direto para presidente. Os números da pesquisa aparentemente são desanimadores, embora em tudo e por tudo perfeitamente condizentes com o rebuliço em curso, com os inúmeros candidatos ao Palácio do Planalto. Surpreendente e preocupante até seria se a amostra revelasse um eleitor feliz da vida, confiante na existência de um mundo muito melhor a partir de 2 de outubro de 2022, no caso de definição em primeiro turno, ou em 30/10, se houver segunda chamada. Em vez de lamentar, cumpre enxergar os pontos de luz nesse cenário sombrio, onde grassa o pessimismo, pode vir a vicejar o realismo e, com ele, uma posição mais rigorosa por parte do eleitorado.

Renato Mendes Prestes

Águas Claras - DF