» Sr. Redator

Correio Braziliense
postado em 15/05/2022 00:01

Marisa Monte

Com 29 anos de carreira, uma coleção de prêmios, milhares de fãs e elogiada por críticos, a carioca Marisa de Azevedo Monte, ou, simplesmente Marisa Monte, poderia ter sido uma cantora de ópera, tal como sonhava na adolescência, mas seguiu um rumo diferente, obtendo notoriedade absoluta como uma das intérpretes mais marcantes da música popular brasileira. O segredo para tanto sucesso veio, entre outros fatores, por uma combinação de voz cativante, talento para compor e personalidade forte. Marisa sempre canta o que quer, quando e onde quer. Marisa Monte é considerada uma das maiores estrelas da música brasileira.

José Ribamar Pinheiro Filho,

Asa Norte

Fora, golpe

Está na hora de a sociedade civil, aquela desarmada, retornar às ruas para uma nova campanha cívica depois da histórica Diretas já!. Agora seria algo preventivo, como todos sabemos, numa espécie de Diretas sempre! Seria um contragolpe preventivo quanto ao retorno à escuridão. Ao contrário daquela tal sala escura da apuração de votos eletrônicos, a higiênica luz do sol seria o palco iluminado de nossa volta às ruas em favor da ordem constitucional. O que as forças da escuridão poderiam alegar? Que perturbamos a ordem pública? Ao contrário, estaremos em defesa da ordem constitucional. Saberemos nos diferenciar de partidos oportunistas em busca de votos para outubro. Podemos esperar até outubro? Não, porque então poderíamos ser os oportunistas.

A.C. Scartezini,

Lago Sul

Urnas eletrônicas

Empolgante o texto da colunista Circe Cunha (Visto, lido e ouvido- 13/05), intitulado "Estação da Luz". Fazia tempo que não lia análise com tanto realismo, argumentos irretocáveis, conteúdo e fortes verdades, que infelizmente doem na alma, dos brasileiros, eternos sonhadores por um Brasil honesto e produtivo. Livre da escolada e descarada escória da bandidagem. Na bica, na passarela das mídias, fazendo planos, iludindo a população, com o chefe da corja insistindo, se achando, com a maior cara lambida, o salvador da Pátria. Cidadãos indignados e já mostrando cansaço, com espetáculos de patifarias, ladroeiras, cinismo, canalhices e impunidades. Herança podre que a nação repudia. A saída, a esperança, é o voto. A melhor e mais candente arma da população. Precisa ser bem usada. A urna eletrônica é a salvação. A chance real para a fuga definitiva do caos. Circe trata com irretocável precisão, dos gatunos, soltos e fagueiros, agora fantasiados de paladinos da moral e da ética. Na bica para novamente assaltar o Brasil. "A situação de elegibilidade alcançada por esse candidato, depois de centenas de interpelações e outras chicanas, permite-nos concluir que já não há mais justiça digna do nome, pelo menos contra a elite política e econômica desse país. Há, sim, um arremedo que funciona muito bem apenas contra aqueles que, com justiça, a criticam", salienta Circe. A jornalista finaliza, com bravura e isenção: "Não há futuro algum para um país e, principalmente , para uma nação quando aqueles que se autodenominam "homens públicos" não passam de autênticas ratazanas, prontas para mais uma sessão de rapinagem, dado ao alto grau de impunidade em que vivemos".

Vicente Limongi Netto,

Lago Norte

Violência

Pai e filho assassinados em seu comércio em Taguatinga, alunos sendo roubados em escolas na Ceilândia. A insegurança chegou em Brasília nos moldes que existe no Rio de Janeiro e em outras capitais do país. Que falta faz hoje autoridades com colhões, como os saudosos ex-governador Antonio Carlos Magalhães e o ex-Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro general Antônio Faustino da Costa: os marginais de então tremiam quando ouviam esses nomes. Quanta diferença para os dias atuais!

Paulo Molina Prates,

Asa Norte

Forças Armadas

As Forças Armadas têm a elevada missão de garantir os poderes constitucionais, por força do art. 142, caput, da Constituição. Essa prerrogativa consta em praticamente todas as Constituições brasileiras. Geralmente a "desgarantia" dos poderes constitucionais ocorre por deliberada ação de forças desarmadas, muitas vezes sub-reptícias, ensejando a preocupação do legislador Constitucional em plasmar o caput do art. 142 na Carta Magna, como a última e excepcional salvaguarda da democracia.

Milton Cordova Junior,

Vicente Pires

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