CPI da Covid

Ao vivo: Presidente da empresa que negociou Covaxin depõe na CPI da Covid

Depoimento de Francisco Maximiano é um dos mais aguardados da CPI da Covid. Parlamentares querem saber se houve fraude no contrato de compra de 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin, negociada ao preço de R$ 1,6 bilhão pelo governo brasileiro

Hellen Leite
postado em 19/08/2021 09:00 / atualizado em 19/08/2021 09:03
 (crédito: Reprodução/PF)
(crédito: Reprodução/PF)

O empresário Francisco Maximiano, dono da Precisa Medicamentos, depõe na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid nesta quinta-feira (19/8). A empresa representa no Brasil o laboratório indiano Bharat Biotech, que fabrica a vacina Covaxin. O depoimento de Maximiano já foi adiado quatro vezes e é um dos mais aguardados da CPI da Covid. Ele deve esclarecer as suspeitas de irregularidades no contrato de compra pelo Ministério da Saúde.

O contrato de compra de 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin ao preço de R$ 1,6 bilhão pelo governo brasileiro. Esta foi a vacina mais cara encomendada pelo governo brasileiro, ao preço unitário de R$ 80,70. E o negócio foi fechado com velocidade atípica, em 97 dias, em comparação a 330 dias para a assinatura de contrato com a Pfizer.

Em junho, o servidor Luís Ricardo Miranda, chefe da divisão de importação do Ministério da Saúde, relatou ao Ministério Público Federal ter sofrido uma "pressão incomum" para assinar o contrato com a empresa Precisa Medicamentos. Após as denúncias, o contrato com a Precisa Medicamentos foi encerrado.

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