ASSEMBLEIA-GERAL DA ONU

Bolsonaro ironiza discurso na Assembleia-Geral da ONU: "Será em braile"

O presidente se reúne no começo da tarde com o primeiro ministro do Reino Unido, Boris Johnson. A principal pauta será o meio ambiente. Amanhã, discurso de abertura está marcado para as 10h.

Ingrid Soares
postado em 20/09/2021 13:23 / atualizado em 21/09/2021 17:43
 (crédito: Miguel SCHINCARIOL / AFP)
(crédito: Miguel SCHINCARIOL / AFP)

O presidente Jair Bolsonaro ironizou nesta segunda-feira (20/9), em Nova York, que seu discurso na 76ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, que ocorrerá amanhã, "será em braile", em referência ao sistema de escrita e impressão destinado a pessoas com deficiência visual. A fala do chefe do Executivo é vista como uma provocação em alusão aqueles que 'não querem ver a verdade'. A declaração foi dada a jornalistas na saída do restaurante do hotel em que a comitiva brasileira está hospedada.

No último dia 17, em viagem a Arinos (MG), o presidente disse que a fala na ONU se basearia em "verdades": "Podem ter certeza, lá teremos verdades, lá teremos realidade sobre o que é o nosso Brasil e sobre o que nós representamos verdadeiramente para o mundo", apontou na data.

Bolsonaro se reuniu no começo da tarde com o primeiro ministro do Reino Unido, Boris Johnson no Consulado-Geral do Reino Unido. A principal pauta foi o meio ambiente. Às 20h, a previsão é de que ele participe de uma recepção em homenagem a ele na Residência da Missão do Brasil junto às Nações Unidas. Já o discurso na abertura na Assembleia Geral que ocorre amanhã, está marcado para as 10h, no horário de Brasília.

Pizza

Com as rígidas restrições em locais públicos de Nova York por causa da pandemia de covid-19, o presidente e seus ministros tiveram a primeira refeição em solo americano no meio da rua. Em imagem publicada pelo ministro do Turismo, Gilson Machado, ele aparece ao lado de Bolsonaro comendo pizza em uma calçada. Com eles estão o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga; da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres; da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos; e o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães.  

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