PSB cobra contrapartida do PT

Correio Braziliense
postado em 21/12/2021 00:01
 (crédito: Nelson Jr./SCO/STF)
(crédito: Nelson Jr./SCO/STF)

Em férias no Guarujá, litoral de São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro comeu pastel com apoiadores e passeou de moto, ontem. Ele estava acompanhado pelo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães.

Bolsonaro não publicou os registros em suas redes sociais, como de costume, mas assessores especiais da presidência, como Mosart Aragão e Tercio Arnaud Tomaz, gravaram o chefe do Executivo e postaram em suas próprias contas.

Devido ao barulho externo, não é possível compreender o que disse o presidente a simpatizantes enquanto conversava e tirava fotos.

Antes de quinta-feira, quando deve retornar a Brasília, Bolsonaro ainda deve ir ao Vale do Ribeira, onde passou a infância e mora sua mãe.

Funk

Mais cedo, o presidente foi filmado dançando funk em uma lancha com, ao menos, quatro jovens. A música era uma paródia de Baile de Favela, em uma versão com ofensas a mulheres de esquerda e citação, em tom de deboche, ao ex-deputado federal Jean Wyllys (PT). Criada em 2018, nas eleições presidenciais, a música foi escrita pelo cantor MC Reaça, que morreu em 2019.

Na legenda do post, Mosart Aragão ironizou a preocupação de Bolsonaro com o "Jantar da Democracia", evento organizado pelo grupo de advogados conhecido como Prerrogativas. O evento homenageou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e contou com a presença do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, possível vice na chapa petista para 2022.

Pesquisa do DataFolha, divulgada pela Folha de S. Paulo, no domingo à noite, mostrou que para 48% dos brasileiros, Bolsonaro é o pior presidente que o país já teve. Na sequência, os entrevistados apontaram o nome do atual senador Fernando Collor de Mello, que sofreu um processo de impeachment em 1992.

Já 51% acreditam que Lula foi o melhor de todos. Em seguida, aparece o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que governou o país entre 1995 e 2002, com preferência de 7% dos entrevistados.

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