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Correio Braziliense
postado em 29/03/2022 00:01

Relembre o histórico do escândalo dos 'Pastores do MEC'

18 de março

Jornal O Estado de São Paulo revela a existência de um gabinete paralelo dentro do MEC liderado pelos pastores Gilmar Silva dos Santos e Arilton Moura.

21 de março

Reportagem da Folha de S. Paulo divulga áudio no qual o ministro da Educação diz priorizar pedidos de prefeituras para liberação de verbas, a pedido de Bolsonaro.

22 de março

Prefeito de Luis Domingues, Gilberto Braga (PSDB), afirma que Arilton Moura teria cobrado R$ 15 mil para interceder a favor da prefeitura na pasta. O pastor ainda teria exigido 1kg de ouro após o pagamento inicial.

23 de março

Prefeitos relatam que uma das formas de pagamentos indevidos aos dois pastores seria por meio da compra de exemplares da Bíblia.

24 de março

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, autoriza investigação contra Milton Ribeiro e pastores.

25 de março

Prefeito de Piracicaba (SP), Luciano Almeida (União), diz que recebeu pedido de dinheiro para que o município recebesse evento com a presença de Milton Ribeiro.

25 de março

Polícia Federal instaura inquéritos para investigar a atuação dos pastores na liberação de verbas do MEC.

28 de março

Estadão revela que exemplares da Bíblia com os retratos de Milton Ribeiro e dos pastores Gilmar dos Santos e Arilton Moura foram distribuídas em evento oficial do MEC.

28 de março

Milton Ribeiro pede demissão do cargo e é exonerado por Jair Bolsonaro.

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